Economia semiparalisada não impede alta dos juros no banco

As taxas de juros no cheque especial, cobradas no Brasil, estão entre as mais altas do mundo

O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, disse que a alta dos juros do cheque especial ocorreu porque um banco aumentou a taxa, o que afetou a média. Ele alertou sobre o custo alto do cheque especial. As regras do cheque especial mudaram no ano passado, por decisão do Ministério da Economia.

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Desemprego segue alto no país, apesar de dado positivo do Caged

O resultado também veio acima das estimativas de analistas consultados em pesquisa da agência inglesa de notícias Reuters, que projetavam abertura de 34 mil postos. Embora o número seja melhor, embalado pelo setor de serviços, a crise ainda permanece em níveis alarmantes, com mais de 13 milhões de desempregados no país.

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Confiança do consumidor brasileiro chega ao fundo do poço

O Índice de Expectativas recuou 2 pontos, alcançando 97,7 pontos e permanecendo abaixo do patamar de 100 pontos pelo quarto mês consecutivo. O otimismo quanto à evolução da situação financeira das famílias foi o que mais contribuiu para esse resultado, ao cair 4,1 pontos. Trata-se do patamar mais baixo até hoje, em termos históricos.

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Confiança dos industriais volta a declinar com alongamento da crise

De acordo com a FGV, o recuo foi provocado pela avaliação dos empresários da indústria em relação ao presente e ao futuro, diante de uma crise econômica que se prolonga por mais de três anos. O Índice da Situação Atual, que mede o presente, recuou 2,5 pontos, para 94,1 pontos, o menor valor desde outubro de 2018 (93,4 pontos).

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PIB recua mais uma vez e aponta para outra séria recessão à frente

Na comparação do trimestre finalizado em fevereiro com o trimestre encerrado em maio, os três grandes setores produtivos tiveram queda: serviços (-0,4%), indústria (-1,4%) e agropecuária (-1,2%). O cálculo oficial do PIB é feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado a cada trimestre fechado (janeiro a março, abril a junho, julho a setembro e outubro a dezembro).

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Vendas no varejo recuam, em reforço a crise mais prolongada

“Em maio último, as vendas reais do varejo restrito ficaram no negativo, registrando -0,1% frente ao mês anterior já descontados os efeitos sazonais. Variações muito próximas da estagnação (isto é, de 0%) é o que tem marcado a sequência de resultados deste o início do ano”, avalia a área de Análise do Instituto IEDI.

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