Amazon enfrenta reação negativa por vender camisetas sobre Hong Kong

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Publicado quinta-feira, 15 de agosto de 2019 as 12:27, por: CdB

A gigante do comércio eletrônico fechou seu serviço de vendas domésticas em julho, mas continua a enviar mercadorias do exterior para o país.

Por Redação, com Reuters – de Xangai/Londres/Tóquio

Usuários chineses de mídias sociais direcionaram sua fúria para Amazon nesta quinta-feira, depois de descobrirem camisetas no site da varejista online com slogans apoiando manifestantes antigoverno em Hong Kong.

Usuários chineses de mídias sociais direcionaram sua fúria para Amazon nesta quinta-feira

A hashtag “Amazon T-Shirts” tornou-se o quarto tópico de maior destaque no Weibo na quarta-feira, na mais recente reação negativa contra uma empresa estrangeira que abordou questões relacionadas ao status territorial de Hong Kong.

O tablóide Global Times, publicado pelo jornal estatal chinês People’s Daily, disse que muitos internautas chineses encontraram as camisetas à venda com slogans como “Free Hong Kong Democracy Now” e “Hong Kong is Not China”, entre outros.

Legiões de internautas acusaram o site de ser insensível ao povo chinês, com um usuário do Weibo escrevendo: “A Amazon já saiu da China, certo? Precisamos ensinar uma lição para essa empresa”.

A gigante do comércio eletrônico fechou seu serviço de vendas domésticas em julho, mas continua a enviar mercadorias do exterior para o país.

Um representante da Amazon não respondeu ao pedido por comentários da agência inglesa de notícias Reuters.

Armazenamento de energia renovável

O Vision Fund, do SoftBank Group, fez sua primeira incursão na área de armazenamento de energia com um investimento de US$ 110 milhões na Energy Vault, da Suíça.

Embora muitos países estejam dispostos a utilizar energia renovável como parte dos esforços para reduzir as emissões de carbono na luta contra a mudança climática, o desafio tem sido encontrar uma maneira de armazená-la para uso posterior, especialmente durante a noite ou quando a demanda aumenta.

Inspirada pela engenharia física e mecânica usada em usinas hidrelétricas, a Energy Vault afirma que sua tecnologia permite que a energia renovável seja armazenada em tijolos de 35 toneladas e fornecida como energia de base por menos que o custo de combustíveis fósseis a qualquer hora do dia.

– A Energy Vault resolve um problema antigo e complexo de como armazenar energia renovável em grande escala – disse Akshay Naheta, sócio-gerente da SoftBank Investment Advisers, em comunicado nesta quinta-feira, anunciando o investimento de US$ 110 milhões do Vision Fund. “A Energy Vault é altamente complementar ao portfólio de energia existente do SoftBank e temos o prazer de promover o desenvolvimento global da empresa.”

Apesar de normalmente investir em um estágio posterior no desenvolvimento de uma empresa, o SoftBank acredita que a Energy Vault pode crescer rapidamente e potencialmente não precisa fazer uma rodada posterior de financiamento, daí o desejo de obter uma participação antecipada, disse Naheta.

Rabo robótico

Uma equipe de pesquisa da Universidade Keio do Japão construiu uma espécie de rabo robótico que dizem poder ajudar pessoas idosas a manterem o equilíbrio.

Batizado de Arque, o dispositivo cinza de um metro imita rabos como o do guepardo e de outros animais que os usam para manter o equilíbrio quando correm e escalam, de acordo com a equipe de Keio.

– O rabo mantém o equilíbrio como um pêndulo – explicou Junichi Nabeshima, estudante de pós-graduação e pesquisador do Projeto Mídia Incorporada da universidade, mostrando o rabo robótico preso à sua cintura por um arnês.

“Quando um humano inclina o corpo para um lado, o rabo se move na direção oposta”.

O Japão, cuja população está envelhecendo, lidera o mundo industrial na busca de maneiras de manter os idosos móveis e produtivos.

Enquanto outras nações se voltaram à mão de obra imigrante para reabastecer uma força de trabalho declinante, o menos acolhedor Japão vem se dedicando mais a uma solução tecnológica.

Mas o rabo robótico, que usa quatro músculos artificiais e ar comprimido para se mover em oito direções, continuará no laboratório por enquanto, já que os pesquisadores estão procurando maneiras de torná-lo mais flexível, disse Nabeshima.

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