Apesar da crise, etanol tende a se recuperar, diz Raízen

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Publicado terça-feira, 11 de agosto de 2020 as 12:52, por: CdB

O grupo Cosan amargou prejuízo líquido de R$ 174,4 milhões no segundo trimestre de 2020, pressionado pelos efeitos da pandemia, queda nos preços internacionais do petróleo e impacto do câmbio sobre bônus perpétuo.

Por Redação – de São Paulo

A Raízen Combustíveis, derivada do grupo Cosan no setor energético, tende a recuperar o desempenho no segundo semestre com a venda de etanol, em linha com 2019 e com as projeções traçadas antes da crise do novo coronavírus no Brasil. A estimativa é da Cosan, em relatório divulgado nesta terça-feira.

O etanol produzido no Brasil e nos EUA tem preços mais baixos do que aqueles praticados nos países europeus
O etanol produzido no Brasil e nos EUA tem preços mais baixos do que aqueles praticados nos países europeus

O grupo amargou prejuízo líquido de R$ 174,4 milhões no segundo trimestre de 2020, pressionado pelos efeitos da pandemia, queda nos preços internacionais do petróleo e impacto do câmbio sobre bônus perpétuo. Já estes números constam de balanço divulgado na noite de passada.

Impacto

Sobre o setor sucroenergético, o gerente executivo de Relações com Investidores da Cosan, Phillipe Casale, disse em teleconferência que a Raízen Energia foi uma das menos afetadas pela crise, dada a melhora nos preços do açúcar, embora as vendas do adoçante fiquem concentradas no terceiro e quarto trimestres para capturar uma remuneração ainda superior.

— Houve um impacto negativo na ordem de R$ 300 milhões relacionado ao aumento de estoques de combustíveis, principalmente do etanol, no último trimestre. Já entramos no trimestre com volumes de estoques mais altos do que gostaríamos — concluiu Casale.

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