Arábia Saudita condena decisão de Israel de construção ilegal na Cisjordânia

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Publicado quarta-feira, 13 de janeiro de 2021 as 14:23, por: CdB

No comunicado, citado pela Anadolu Agency, o Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita rejeitou veementemente os assentamentos que representam “uma nova violação das decisões internacionais de legitimidade, uma ameaça à paz e ao comprometimento de esforços para a solução de dois Estados”.

Por Redação, com Sputnik – de Tel Aviv

A Arábia Saudita criticou na terça-feira a decisão de Israel de construir 800 casas assentadas na Cisjordânia, segundo comunicado oficial publicado pelo Ministério das Relações Exteriores.
Arábia Saudita condena fortemente decisão de Israel de construção ilegal na Cisjordânia
Arábia Saudita condena fortemente decisão de Israel de construção ilegal na Cisjordânia

No comunicado, citado pela Anadolu Agency, o Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita rejeitou veementemente os assentamentos que representam “uma nova violação das decisões internacionais de legitimidade, uma ameaça à paz e ao comprometimento de esforços para a solução de dois Estados”.
Na segunda-feira, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, saudou a construção de 800 casas para os israelenses.
“Estamos felizes em anunciar hoje que 800 novos assentamentos foram construídos na Judeia e Samaria”, tweetou Netanyahu, se referindo à Cisjordânia, usando nominações israelenses. “Estamos aqui para ficar, (para que), continuemos a construir a Terra de Israel”, seguiu.
O passo foi dado pouco tempo antes da posse do novo presidente eleito dos EUA, Joe Biden, que será no dia 20 de janeiro.

Donald Trump

Deve-se notar que o atual presidente Donald Trump apoiou a construção do assentamento israelense na Cisjordânia, enquanto Biden se manifestou contra a atividade durante sua campanha eleitoral.
A Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, é considerada “território ocupado” sob lei internacional, o que torna todos os assentamentos israelenses no local ilegais.
Além disso, o anúncio foi feito em meio à normalização das relações com Israel pelos países árabes, após Bahrein e EAU estabelecerem laços diplomáticos com Tel Aviv.

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