terça-feira, 22 de agosto de 2017 • ANO XVII • N° 6.420

2 Comments

  1. 2

    Eduardo Santarelli Manno

    Desarmar não é a solução, é burrice.

    O que acontece no Brasil é a total falta de estrutura, como sempre, para tudo relacionado à segurança pública, o problema não são as armas, e sim quem as porta, se houvesse uma conscientização da necessidade de: 1 – porte regular ( significa que haveriam cursos para preparo e manutenção de armamento), 2 – Manutenção de porte ( a pessoa que possui porte deveria fazer sempre cursos de atualização de porte e prátrica de tiro), 3 – Antes de qualquer porte, exames psicológicos e de esforço de trauma ( aqueles que podem ter armas devem ter controle de si e controle de si com o ambiente à sua volta), 4 – Apresentação regular de recadastramento de armamento ( para se ter um consenso sobre a quantidade de armas no Brasil verdadeira), 5 – Incentivo a regularização e ao pagamento de impostos sobre armas e porte ( para que ao invés de gerar Ônus ao Estado, gere lucro), assim teríamos a possibilidade de um efetivo regular de apoio e que poderiam auxiliar as forças regulares de segurança, e em caso de guerra um efetivo já pré-qualificado para entrada nas 3 ( três) forças militares, e o cidadão comum não ser considerados bandido ou criminoso como este governo faz. Enquanto não houver respeito ao consenso popular, já votado através de plebiscito em que o SIM as armas venceu, este governo é totalmente desqualificado para tentar forçar a população a aceitar seu posicionamento draconiano.

    Sabem quando estas idéias estapafúrdias do governo funcionarão? NUNCA! Desrespeitam do direito do cidadão, desrespeitam e cerceiam o direito de defesa pessoal, de sua família e propriedade, desrespeitam e desqualificam o povo que votou NÃO ao desarmamento, e pior que tudo desrespeitam a democracia de um voto popular através de plebiscito, enfim… uma democracia que não funciona, só aos interesses do governo e não de seu povo.

    VERGONHA!!!!

  2. 1

    Roger de Sena

    Sugestão para as organizações envolvidas: criar um procedimento de “vistoria” e licenciamento anual, semelhante ao dos veículos, feitos nos DETRANs; que seria mais um fator a atrapalhar a posse dessas “armas legais”.

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