Centro de Bagdá é alvo de foguetes

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Publicado terça-feira, 24 de setembro de 2019 as 13:32, por: CdB

A coalizão liderada pelos Estados Unidos que ajuda a combater militantes do Estado Islâmico no Iraque e tem um quartel-general perto da área atingida.

Por Redação, com Reuters – de Bagdá

Dois foguetes foram disparados na segunda-feira contra a fortificada Zona Verde do centro de Bagdá, que abriga embaixadas estrangeiras e edifícios governamentais, mas não houve vítimas nem danos, disseram serviços de segurança.

General Joseph Votel (esquerda), chefe do Comando Central dos EUA, e general Paul LaCamera, comandante da coalizão liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico, em Bagdá

Ninguém assumiu a autoria dos disparos de imediato. Um foguete explodiu dentro da Zona Verde e outro caiu no rio Tigre, informou um comunicado dos serviços de segurança iraquianos.

A coalizão liderada pelos Estados Unidos que ajuda a combater militantes do Estado Islâmico no Iraque e tem um quartel-general perto da área atingida disse que não tolerará nenhum ataque contra seu pessoal, em um comunicado anormalmente duro a respeito de incidentes de segurança no Iraque.

EUA

Nenhuma “instalação ocupada pelos EUA” foi alvejada, disse a coalizão, acrescentando que se defenderá em tal caso, sem culpar nenhum grupo pelo ataque.

Em maio, um foguete disparado do leste de Bagdá caiu em uma área próxima da embaixada dos EUA, e tampouco foi reivindicado. Tais incidentes têm sido raros, mas esporádicos, na capital iraquiana nos últimos anos.

O Iraque, cujos principais aliados são Estados Unidos e Irã, teme ficar no meio de um conflito regional entre o Irã e os EUA – o país hospeda tropas norte-americanas e grupos paramilitares leais a Teerã.

Os EUA culparam o Irã por ataques recentes, inclusive a instalações petrolíferas da Arábia Saudita neste mês, que Teerã nega. Os dois países dizem não querer guerrear.

Washington culpa grupos paramilitares apoiados pelo Irã por ataques contra bases militares que abrigam tropas norte-americanas realizados em maio. As milícias não comentaram os ataques publicamente.

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