“Comunismo matou mais do que o nazismo”, diz Eduardo Bolsonaro

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Publicado segunda-feira, 14 de outubro de 2019 as 12:20, por: CdB

“O comunismo matou mais do que o nazismo,ambos sistemas nefastos. Hoje pessoas parecem ter esquecido nosso passado recente e querem dialogar com aqueles que estavam nos botando nos mesmo caminho da Venezuela”, escreveu o 03 no Twitter.

Por Redação, com Agências de Notícias – do Rio de Janeiro

“O comunismo matou mais do que o nazismo,ambos sistemas nefastos”. A declaração foi feita, nesta segunda-fera, pelo deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Em sua conta no Twitter, Bolsonaro comparou os ex-primeiros-ministros do Reino Unido, Neville Chamberlein e Winston Churchill.

Bolsonaro comparou os ex-primeiros-ministros do Reino Unido, Neville Chamberlein e Winston Churchill
Bolsonaro comparou os ex-primeiros-ministros do Reino Unido, Neville Chamberlein e Winston Churchill

“Chamberlain, primeiro min. Reino Unido, se reuniu com Hitler e voltou para Inglaterra com um papel: o pacto de não agressão e disse “trago tempos de paz”. Um “louco” gritava que aquilo não daria certo. Hitler ignorou o pacto, vivemos a 2ªGM e o “louco” Churchill venceu Hitler”, escreveu.

“O comunismo matou mais do que o nazismo,ambos sistemas nefastos. Hoje pessoas parecem ter esquecido nosso passado recente e querem dialogar com aqueles que estavam nos botando nos mesmo caminho da Venezuela. Vc prefere ser um isentão como Chamberlain ou um louco como Churchill?”, escreveu 03.

Rejeição a Eduardo Bolsonaro

No início de setembro, o Instituto Datafolha publicou uma pesquisa mostrando que maioria dos brasileiros é contra a indicação do filho do presidente para a principal embaixada brasileira. Segundo o instituto de pesquisas, 70% dos brasileiros reprovam a indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para a embaixada brasileira nos Estados Unidos.

A indicação vem sendo anunciada pelo próprio pai de Eduardo, o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (PSL). O presidente tenta se esquivar das críticas e promover o nome do filho garantindo que ele é qualificado para a indicação.

Ainda segundo a pesquisa, 23% das pessoas entrevistadas apoiam a indicação do deputado para o cargo diplomático. A pesquisa também constatou que 1% dos entrevistados acredita que o presidente não age bem nem mal ao indicar o filho e outros 5% não sabem responder.

Dentre todos os recortes apontados pela pesquisa, o maior apoio à medida do presidente vem dos evangélicos, uma de suas principais bases de apoio.

Mesmo assim os números não são favoráveis para o presidente. Entre os evangélicos, 32% dos entrevistados apoiam a indicação e 61% são contra.

O Datafolha realizou 2.878 entrevistas em 175 municípios brasileiros. A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Eduardo Bolsonaro e OCDE

O deputado apresentou na Câmara dos Deputados um Projeto de Lei (PL) para criar uma data comemorativa no Brasil. O PL5302/2019 que institui o “Dia da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)” foi apresentado no dia 1º de outubro e segue em tramitação no Congresso Nacional.

No texto do projeto de lei, o deputado conta uma breve história da organização, explica que o Brasil realizou pedido de entrada na OCDE em 2017 mostrando esperança de que o pedido será aceito.

“Quando for aceito, o Brasil passará a ter voz e voto, influenciando, sobremaneira, nos debates globais e no estabelecimento e revisão de padrões da organização”, afirma Bolsonaro no texto do PL.

A criação do “dia da OCDE” é justificada pelo deputado como símbolo da conjugação de esforços entre os Poderes Executivo e Legislativo para a acessão do Brasil àquela organização internacional”.

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