Dólar fecha semana sem muitas surpresas e B3 assegura recorde

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Publicado sexta-feira, 6 de dezembro de 2019 as 14:25, por: CdB

Nesta sexta-feira, os negócios eram marcados por uma melhora no sentimento de risco depois que Donald Trump sinalizou otimismo em relação a sua prolongada disputa comercial com a China. As negociações iam bem, segundo o presidente norte-americano, Donald Trump.

 

Por Redação – de São Paulo

 

A moeda norte-americana mantinha-se perto da estabilidade contra o real, nesta sexta-feira, abaixo dos R$ 4,20, à espera de dados importantes sobre o emprego nos Estados Unidos em dia de apetite por risco levemente melhor no exterior após comentários otimistas do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o comércio com a China. Às 10h00, o dólar recuava 0,17%, a R$ 4,1812 na venda.

Na mínima intradia, a cotação chegou a tocar R$ 4,0529, menor nível de meio de pregão desde 13 de setembro
O dólar variava perto da estabilidade, nesta sexta-feira, à espera de notícias sobre o mercado de trabalho nos EUA

Na quinta-feria, a moeda norte-americana recuou 0,33%, a R$ 4,1883 na venda, menor patamar para fechamento em três semanas. O contrato mais negociado de dólar futuro tinha leve queda de 0,06%, a R$ 4,1875.

Nesta sexta-feira, os negócios eram marcados por uma melhora no sentimento de risco depois que Donald Trump sinalizou otimismo em relação a sua prolongada disputa comercial com a China.

— Está indo muito bem — disse Trump a repórteres na quinta-feira quando questionado sobre as negociações, em uma repetição de comentários feitos na quarta-feira.

Mercado

No início da semana, no entanto, Trump abalou os mercados globais quando disse que um acordo poderia ter de esperar até depois das eleições norte-americanas de 2020.

— O número abaixo de R$ 4,20 que vemos hoje reflete o humor positivo por causa das notícias comerciais — disse Fernanda Consorte, estrategista de câmbio do banco Ourinvest.

Segundo ela, a divulgação de importantes dados de emprego dos Estados Unidos ainda nesta sexta feira era foco dos investidores.

— O mercado está esperando o ‘payroll’ dos EUA pra ver se há alguma mudança significativa — afirmou.

Empregos

Os dados serão um bom termômetro para a saúde do mercado de trabalho norte-americano, que tem sido um dos motores da resiliência da economia dos EUA. A expectativa dos economistas é de criação de 180 mil vagas nas contratações fora do mercado agrícola dos Estados Unidos, ante 128 mil postos em outubro.

No exterior, o dólar rondava a estabilidade contra uma cesta de rivais. Ante divisas emergentes pares do real, como o peso mexicano e o rand sul-africano, a moeda norte-americana registrava quedas leves.

O Ibovespa, por sua vez, engatava a quinta sessão consecutiva de alta nesta sexta-feira, renovando máxima histórica acima dos 111 mil pontos, com o noticiário externo respaldando o sentimento mais positivo de investidores com a economia brasileira.

Às 11h46, o Ibovespa subia 0,64%, a 111.333,53 pontos. Na máxima até o momento, alcançou 111.429,66 pontos. O volume financeiro no pregão somava R$ 2,95 bilhões. Com tal desempenho, o Ibovespa caminhava para um ganho semanal próximo de 3%.

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