Facebook adia divulgação de resultados para Zuckerberg participar de audiência

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Publicado segunda-feira, 27 de julho de 2020 as 11:56, por: CdB

O Facebook disse nesta segunda-feira que adiou a divulgação de seus resultados do segundo trimestre em um dia para 30 de julho para permitir que o presidente-executivo Mark Zuckerberg compareça a uma audiência no Congresso dos Estados Unidos.

Por Redação, com Reuters – de São Francisco/Bruxelas

O Facebook disse nesta segunda-feira que adiou a divulgação de seus resultados do segundo trimestre em um dia para 30 de julho para permitir que o presidente-executivo Mark Zuckerberg compareça a uma audiência no Congresso dos Estados Unidos.

Mark Zuckerberg
Mark Zuckerberg

A audiência, que também incluirá os chefes do Google, de propriedade da Alphabet, da Amazon e da Apple, está marcada para 29 de julho.

O painel do Congresso está questionando as empresas como parte de sua investigação sobre se elas ativamente trabalham para prejudicar e eliminar rivais menores, enquanto nem sempre façam as melhores escolhas para seus clientes.

Compartilhar dados com EUA

Empresas que pretendam transferir dados para os Estados Unidos devem buscar novos acordos com efeito imediato após um pacto transatlântico ser declarado inválido na semana passada, afirmou um órgão de fiscalização da União Europeia na última sexta-feira.

O órgão responsável por privacidade disse que a falta de um período de carência na decisão significa que as empresas devem usar alternativas e que talvez seja melhor armazenar e administrar seus dados fora dos Estados Unidos.

Na semana passada, o mais alto tribunal da Europa citou preocupações sobre a vigilância dos EUA, interrompendo milhares de empresas que dependiam do pacto, chamado Privacy Shield, de quatro anos, para transferir dados pessoais dos europeus para folha de pagamento, finanças e outros usos.

O Conselho Europeu de Proteção de Dados (EDPB) disse que as empresas que transferem dados para os EUA por meio de cláusulas contratuais padrão devem se auto-avaliar se têm salvaguardas adequadas e informar seu agente nacional de privacidade.

As empresas que usam uma terceira ferramenta conhecida como regras corporativas vinculativas teriam que fazer o mesmo depois que o Tribunal de Justiça da UE (TJUE) disse que as leis dos EUA também terão primazia sobre essa ferramenta, disse o EDPB.

Ele disse que outros mecanismos e isenções permitidos pelas regras de privacidade do bloco conhecidas como Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) exigem um forte nível de proteção para os dados de indivíduos.

O EDPB, juntamente com a Comissão Europeia, está buscando maneiras de reforçar as cláusulas contratuais padrão e as regras corporativas vinculativas que podem ser legais, técnicas ou organizacionais.

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