Febre amarela: dose padrão da vacina é necessária para quem irá viajar

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Publicado sexta-feira, 12 de janeiro de 2018 as 12:02, por: CdB

A campanha de vacinação contra febre amarela com doses fracionadas foi lançada esta semana pelo Ministério da Saúde; e tem por objetivo aumentar a cobertura

Por Redação, com ABr – de Brasília:

Quem for viajar a países que exijam o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela, emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), deve tomar a vacina padrão, mesmo que tenha tomado a dose fracionada.

A campanha de vacinação contra febre amarela com doses fracionadas foi lançada esta semana pelo Ministério da Saúde

– A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva que será implementada em áreas selecionadas, durante período determinado de 15 dias, informou o Ministério da Saúde.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); os viajantes internacionais fazem parte do grupo de pessoas não indicadas a receber a vacina fracionada, gestantes, crianças de nove meses a menores de dois anos e indivíduos com condições clínicas especiais (portadores de HIV/aids, pacientes ao final do tratamento de quimioterapia e aqueles com doenças hematológicas, entre outras).

A campanha de vacinação contra febre amarela com doses fracionadas foi lançada esta semana pelo Ministério da Saúde; e tem por objetivo aumentar a cobertura vacinal do país. A vacinação fracionada será adotada nos Estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e da Bahia.

Os moradores dessas cidades, caso recebam a dose fracionada. Mas decidam viajar a um país que exija o certificado internacional de vacina contra a febre amarela; precisam tomar a dose padrão, segundo a agência.

Anvisa

A Anvisa alerta que não será emitido, “em hipótese alguma”, o certificado internacional a quem apresentar o comprovante de vacinação fracionada. É preciso tomar a dose padrão; em qualquer unidade de saúde. No entanto, é necessário apresentar um comprovante da viagem, por exemplo, o bilhete da passagem.

– A estratégia de fracionamento da vacina é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS); quando há aumento de epizootias (conceito utilizado em veterinária e ecologia das populações para qualificar uma enfermidade contagiosa; que ataca um número inusitado de animais ao mesmo tempo e na mesma região) e casos de febre amarela silvestre de forma intensa; com risco de expansão da doença em cidades com elevado índice populacional e que não tinham recomendação para vacinação anteriormente – diz o Ministério da Saúde.

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