Juiz da Pensilvânia rejeita ação de Trump e joga pá de cal na tentativa de reverter a derrota

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Publicado domingo, 22 de novembro de 2020 as 15:30, por: CdB

Com 20 votos em jogo no colégio eleitoral, a Pensilvânia era um dos Estados mais essenciais na disputa à Casa Branca e foi vencida pelo democrata Joe Biden, que tomará posse no próximo dia 20 de janeiro.

Por Redação, com Ansa – de Washington

Um juiz da Pensilvânia rejeitou, neste domingo, uma ação apresentada pela campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que buscava invalidar milhões de votos recebidos pelo correio no Estado. A decisão é uma pá de cal na tentativa de reverter a derrota para o democrata Joe Biden, eleito presidente nas últimas eleições.

O presidente Donald Trump pareceu reconhecer pela primeira vez publicamente que seu rival democrata, Joe Biden
O presidente Donald Trump pareceu reconhecer pela primeira vez, publicamente, que seu rival democrata, Joe Biden, ganhou as eleições

Com 20 votos em jogo no colégio eleitoral, a Pensilvânia era um dos Estados mais essenciais na disputa à Casa Branca e foi vencida pelo democrata Joe Biden, que tomará posse no próximo dia 20 de janeiro. O juiz thew Brann afirmou que o processo, que se baseava em alegações de irregularidades, era composta de “argumentos legais fracos sem mérito e acusações especulativas”.

A decisão abre caminho para que o Estado norte-americano certifique a vitória de Biden, que venceu com 50,02% dos votos contra 48,83% de Trump, já na próxima semana. Este é o mais recente golpe para Trump, que está tentando reverter sua derrota na eleição presidencial de 3 de novembro ao alegar uma suposta fraude eleitoral, sem apresentar provas.

Eleições 2024

O atual presidente já saiu judicialmente derrotado em outros Estados, como Nevada, Arizona, Wisconsin, Geórgia e Michigan. Desde então, ele tem evitado compromissos e discursos públicos. Na véspera, inclusive, Trump foi visto jogando golfe em um campo na Virgínia em pleno dia da cúpula do G20, que reúne as 20 maiores economias do mundo.

De acordo com o jornal Washington Post, citando fontes oficiais, Trump teria confidenciado a alguns de seus funcionários que gostaria de permanecer uma “força onipresente” na política e na mídia e, portanto, pode anunciar sua candidatura para as eleições de 2024 até o final deste ano.

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