Lewis Hamilton diz acreditar que Vettel sairá mais forte de má fase

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Publicado segunda-feira, 15 de julho de 2019 as 13:48, por: CdB

 

O líder da Fórmula 1, Lewis Hamilton, da Mercedes, incentivou o rival Sebastian Vettel, da Ferrari, a deixar para trás os erros e a má fase.

Por Redação, com Reuters – de Londres

O líder da Fórmula 1, Lewis Hamilton, da Mercedes, incentivou o rival Sebastian Vettel, da Ferrari, a deixar para trás os erros e a má fase atual depois de outro final de semana de pesadelo para o piloto alemão no Reino Unido.

Batida entre Sebastian Vettel, da Ferrari, e Max Verstappen, da Red Bull, em Silverstone

Enquanto Hamilton, estabeleceu um recorde ao vencer seu sexto Grande Prêmio da Inglaterra no domingo, Vettel bateu na traseira da Red Bull de Max Verstappen, recebeu uma penalidade de 10 segundos por provocar uma colisão e chegou no 16º lugar.

O tetracampeão mundial alemão foi superado nas últimas três corridas pelo colega de time Charles Leclerc, de 21 anos, e está 100 pontos atrás de Hamilton na contagem geral depois de 10 provas.

A especulação

A especulação a respeito de seu futuro na Ferrari, equipe pela qual saiu da Red Bull em 2015, e até sua possível aposentadoria da F1 insiste em circular, apesar das garantias de Vettel de que está comprometido e que continuará correndo.

– Adorei competir contra a Ferrari no ano passado. Desejava que a batalha de hoje fosse com as Ferraris, é diferente quando você está correndo contra uma equipe – disse Hamilton após a dobradinha com o colega Valtteri Bottas no pódio de Silverstone.

– Prefiro quando corro contra a Red Bull e a Ferrari, mas atualmente as coisas estão assim. Acredito totalmente que ele reagirá – acrescentou.

– Ele teve uma corrida difícil hoje, mas é um tetracampeão mundial. Ele se recuperará, ele se redimirá se sentir que precisa, e voltará mais forte na próxima corrida. É isso que grandes atletas fazem.

A próxima prova é o GP da Alemanha natal de Vettel em Hockenheim.

Djokovic

Talvez quando os fãs começarem a cantarolar para Novak Djokovic na quadra central seja hora de o sérvio pendurar a raquete.

Quando ele passar a contar com a mesma adoração reservada quase exclusivamente a Roger Federer na final épica de Wimbledon no domingo, talvez sua determinação enfraqueça, sua sede pelo combate diminua, seu gosto de “mostrar a eles” esmoreça.

– Quem sabe em cinco anos eu esteja ouvindo os mesmos cantos – disse o tenista de 32 anos ao encerrar sua coletiva de imprensa após a vitória em cinco sets sobre Federer, que lhe deu seu quinto título em Wimbledon e o 16º de Grand Slam.

O triunfo de domingo, no qual salvou dois match points e suportou 94 winners de Federer na final de simples mais longa do torneio, confirmou Djokovic como o anti-herói definitivo do tênis.

Torcia

Tirando aqueles que estavam em seu box, parecia que toda a plateia torcia pelo suíço. Eles até o vaiaram perto do fim quando ele golpeou um microfone fora da quadra com raiva.

Enquanto Federer e Rafael Nadal ainda estiverem jogando, ele estará atrás de ambos no quesito popularidade.

A agressividade tremenda, além de um talento absurdo, explicam por que Federer, Nadal e Djokovic, respectivamente com quase 38, 33 e 32 anos, continuam inalcançáveis para seus perseguidores e por que dividem 54 títulos de Grand Slam, incluindo os últimos 11.

Enquanto Federer pinta a quadra com pinceladas de mágica e o ousado Nadal joga tênis como um super-herói, Djokovic é o mestre do desgaste, esgotando os adversários com mil golpes.

Mas, apesar de ele ser reconhecidamente o melhor devolvedor que o esporte já viu, ser o melhor atleta e ter uma personalidade cativante, não existe amor suficiente para todos.

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