Morre, no Rio, o artista gráfico Bruno Liberati

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Publicado sexta-feira, 26 de junho de 2020 as 22:23, por: CdB

Liberati trabalhou no Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo, Jornal da TardeVeja Rio e Movimento, um dos jornais mais icônicos do país, durante a ditadura militar brasileira.

Por Redação – do Rio de Janeiro

Artista gráfico de projeção internacional, o cartunista e ilustrador Bruno Liberati morreu, nesta sexta-feira, aos 71 anos, em casa. Casado com Eloisa Moura Simao, Liberati  deixa dois filhos, Julia e Pedro. O funeral será neste domingo.

Liberati deixou um legado para as Artes Gráficas e amigos pelas redações em que trabalhou, no Brasil e no mundo
Liberati deixou um legado para as Artes Gráficas e amigos pelas redações em que trabalhou, no Brasil e no mundo

Liberati trabalhou no Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo, Jornal da TardeVeja Rio e Movimento, um dos jornais mais icônicos do país, durante a ditadura militar brasileira. Também colaborou com diários internacionais, como o italiano La Repubblica e o japonês Uomiuri Shimbum. Além da atuação na imprensa, ilustrou livros da Companhia das Letras.

Ainda durante os anos de chumbo, colaborou com O Pasquim e Opinião. Em 1995, publicou o livro Era uma vez um Brasil: história espremida de Cabral a FHC.

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