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OpiniãoO corpo do ex-prefeito Celso Pitta velado na Assembleia Legislativa de São Paulo, neste sábado, seguiu para seu último endereço no cemitério Getsêmani, no elegante bairro do Morumbi, na Zona Oeste da capital paulista. Pitta morreu às 23h50 desta sexta-feira, vítima de câncer no intestino. Ele permaneceu internado desde o último dia 3 no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde se submetida ao tratamento contra o tumor, descoberto em janeiro deste ano.
No início deste ano, o ex-prefeito foi submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor no intestino e, desde então, fazia tratamento com quimioterapia no hospital. Integrante do grupo político do deputado Paulo Maluf (PP), Pitta administrou a Prefeitura de São Paulo entre 1997 a 2000, em uma gestão pontuada por denúncias em série sobre uma rede de corrupção.
Pitta foi afastado do cargo por 18 dias, mas reconduzido após este prazo por determinação judicial. Ele foi candidato a deputado federal em duas ocasiões e perdeu, mas manteve sua filiação ao PTB. O político paulistano foi preso, em julho do ano passado, como parte das investigações da Polícia Federal na Operação Satiagraha, sobre crimes financeiros atribuídos ao banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity. Ele e os demais investigados presos foram todos soltos uma semana depois.
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