Operação policial deixa feridos no Rio de Janeiro

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Publicado segunda-feira, 16 de setembro de 2019 as 11:44, por: CdB

Uma operação policial na comunidade do Jacarezinho, nesta segunda-feira, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, deixou mortos e feridos.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

Quatro homens morreram durante operação policial na comunidade do Jacarezinho, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira. Outras três pessoas ficaram feridas, segundo a Polícia Militar, entre elas um policial, atingido por estilhaços, e uma mulher.

Operação deixa pelo menos sete feridos no Rio

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, os quatro homens já chegaram mortos ao Hospital Municipal Salgado Filho. Das duas vítimas que sobreviveram, um homem passou por cirurgia e uma mulher está com um quadro de saúde estável.

A Polícia Militar não informou os nomes das vítimas e nem deu esclarecimentos sobre as circunstâncias em que essas pessoas foram baleadas.

A operação na comunidade Jacarezinho envolve agentes dos batalhões de Operações Especiais e de Ações com Cães.

Traficante internacional

Agentes da Delegacia Antissequestro de São Paulo prenderam, no domingo, o traficante internacional André de Oliveira Macedo. A operação aconteceu na cidade de Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro.

De acordo com a polícia, o bandido, também conhecido como André do Rap, estava em uma mansão e com ele foram apreendidos um helicóptero e uma lancha.

Ainda segundo a polícia, André do Rap, apontado como um dos chefes da organização Primeiro Comando da Capital (PCC), era responsável pelo tráfico de cocaína para a Europa. A droga saía do Porto de Santos.

Além de André, foram presos outros três criminosos também procurados pela Justiça.

Acusados de desviar dinheiro

A Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpriu na semana passada 14 mandados de prisão na quinta fase da Operação Open Doors (Portas Abertas) contra uma quadrilha de hackers responsável por crimes de lavagem de dinheiro, furto qualificado e organização criminosa, que agia em grande parte do país. Dez pessoas foram presas no estado do Rio, duas em Minas Gerais, uma em Goiás e outra no Paraná. A ação também teve desdobramentos em São Paulo.

A organização criminosa agia em Barra Mansa, no sul Fluminense, e praticava diversos crimes patrimoniais, em especial a subtração de valores de contas bancárias de terceiros por meio de transações fraudulentas.

Apontado pela investigação como um dos maiores hackers do Brasil e líder da organização criminosa, Lucas Iagla Turqueto, conhecido como Bart, em referência ao personagem Bart Simpson, foi preso em uma cobertura de luxo localizada na região central de Curitiba, no Paraná. A residência era usada como quartel-general do crime. Foram apreendidos na casa mais de R$ 630 mil, além de computadores usados nas fraudes bancárias.

A Operação Open Doors teve início em 2017 e, desde então, dezenas de pessoas já foram presas por envolvimento em fraudes.

Organização criminosa

De acordo com o Ministério Público do Rio, nas fases anteriores da operação, foi possível desbaratar a estrutura da organização criminosa liderada por hackers que se valiam-se de complexa rede de apoio formada por laranjas e lavadores de dinheiros.

Na primeira fase, foram denunciadas 16 pessoas pelos crimes de organização criminosa, furto, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, tendo sido desarticulado o nível intermediário do esquema.

Na segunda fase, em que foram denunciadas 237 pessoas, entre os quais seis hackers, foi possível chegar a alguns dos principais articuladores do grupo, que movimentou, entre 2016 e 2018, R$ 150 milhões.

As denúncias que possibilitaram a realização da quinta etapa foram baseadas nas fases 1 e 2 da operação. Na primeira fase, foram apreendidos diversos veículos com os envolvidos, o que gerou investigações nas quais foi possível verificar que a organização criminosa usava veículos em nome de terceiros para ocultação de bens. O valor de tais veículos foi estimado em R$ 900 mil.

Já a partir da fase 2, em razão da apreensão de computadores de dois denunciados, foi possível descobrir grande número de transações envolvendo os réus, inclusive com ocultação de patrimônio.

Os acusados foram denunciados por furto qualificado, lavagem de dinheiro, organização criminosa e ocultação de patrimônio. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Barra Mansa, no sul Fluminense.

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