Oracle entra em disputa por aquisição de operações do TikTok nos EUA

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Publicado terça-feira, 18 de agosto de 2020 as 11:45, por: CdB

A Oracle está em negociações preliminares com a chinesa ByteDance, proprietária do TikTok, e estava considerando seriamente comprar as operações do aplicativo nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

Por Redação, com Reuters – de Nova York/Pequim

A Oracle está em negociações preliminares com a chinesa ByteDance, proprietária do TikTok, e estava considerando seriamente comprar as operações do aplicativo nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, informou o jornal Financial Times na segunda-feira.

Oracle entra em disputa por aquisição de operações do TikTok nos EUA, diz jornal
Oracle entra em disputa por aquisição de operações do TikTok nos EUA, diz jornal

A Oracle estava trabalhando com alguns investidores norte-americanos que já têm uma participação na ByteDance, incluindo General Atlantic e Sequoia Capital, informou o jornal, citando pessoas informadas sobre o assunto.

A ByteDance e o TikTok não comentaram a reportagem, enquanto a Oracle se recusou a comentar.

O Financial Times disse na segunda-feira que a Microsoft também considerou seriamente uma oferta para assumir as operações globais da TikTok além das localizadas nos países que havia delineado no início de agosto.

Estados Unidos

Mas a ByteDance se opõe à ideia de vender quaisquer ativos além dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, de acordo com a matéria.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou na semana passada que a ByteDance vendesse as operações norte-americanas do aplicativo em 90 dias, aumentando a pressão sobre a empresa chinesa por causa das preocupações sobre a segurança dos dados pessoais de usuários.

A General Atlantic e a Sequoia Capital não estavam imediatamente disponíveis para comentar.

Huawei

A China informou nesta terça-feira que se opõe firmemente à supressão norte-americana da Huawei Technologies Co, depois que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que aumentaria ainda mais as restrições à empresa.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, falando em uma entrevista coletiva diária, pediu aos Estados Unidos que parem de desacreditar as empresas chinesas.

O governo de Pequim continuará a tomar todas as medidas necessárias para salvaguardar os direitos legítimos das empresas chinesas, disse Zhao.

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