PF investiga grupo que fraudava fundos de Previdência no Pará

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Publicado quarta-feira, 11 de abril de 2018 as 11:40, por: CdB

Segundo a PF, o grupo agia irregularmente no mercado financeiro, “captando recursos de institutos de Previdência de servidores municipais para aplicação no Sistema Financeiro Nacional”

Por Redação, com ABr – de Brasília/São Paulo:

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira a Operação Colinas de Rocha, para concluir investigação envolvendo fraudes cometidas por um grupo empresarial criminoso em fundos de Previdência de servidores de municípios do estado do Pará.

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira a Operação Colinas de Rocha

Segundo a PF, o grupo agia irregularmente no mercado financeiro; “captando recursos de institutos de Previdência de servidores municipais para aplicação no Sistema Financeiro Nacional”.

O Fundo de Previdência de Oeiras do Pará foi um dos alvos do grupo criminoso. As investigações constataram desvios de mais de R$ 14 milhões. A quantia equivale a mais da metade dos recursos do instituto de previdência do município.

Os policiais federais cumpriram 10 mandados de prisão preventiva e 17 de busca; e apreensão em endereços nos Estados do Pará, do Amapá, de Tocantins e de Santa Catarina.

Operação contra roubo de carga

Ação conjunta entre a Polícia Civil e a Polícia Militar prendeu temporariamente 17 acusados de envolvimento; com furto qualificado de cargas na região de Campinas. Foram cumpridos; nesta manhã, 22 mandados de busca e apreensão e 17 mandados de apreensão de veículos nas cidades de Campinas; Paulínia, Sumaré, Nova Odessa, Cosmópolis, Hortolândia e Artur Nogueira.

Entre os alvos da operação estão dois policiais militares; um policial civil e um guarda municipal. Para facilitar a abordagem aos caminhões e veículos que transportavam as cargas; o grupo criminoso usava fardas da Polícia Militar; segundo denúncia do Ministério Público Estadual.

A operação, intitulada Vidocq, foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público; em conjunto com o 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia Militar. O prazo das prisões temporárias é de cinco dias, prorrogável por igual período.

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