Polícia combate fraudes contra o INSS no Espírito Santo e Bahia

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Publicado quarta-feira, 5 de junho de 2019 as 11:46, por: CdB

Segundo a PF, as fraudes eram praticadas com a utilização de documentos falsos para criação de pessoas fictícias para saque de Benefícios de Prestação Continuada de Amparo ao Idoso.

Por Redação, com ABr – de Brasília

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira uma operação para investigar uma organização criminosa especializada em fraudar benefícios do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Os criminosos agiam nos Estados do Espírito Santo e da Bahia.

PF combate fraudes contra o INSS no Espírito Santo e na Bahia

Segundo a PF, as fraudes eram praticadas com a utilização de documentos falsos para criação de pessoas fictícias para saque de Benefícios de Prestação Continuada de Amparo ao Idoso.

Os policiais federais cumpriram desde as primeiras horas da manhã de hoje cinco mandados de busca e apreensão em enderos nos dois estados, sendo dois expedidos pela Justiça Federal de Vitória e três pela Justiça Federal de Itabuna, na Bahia.

Atiradores de Suzano

O Ministério Público de São Paulo denunciou quatro pessoas por participação no massacre ocorrido na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (SP), em março deste ano. Segundo o promotor de Justiça Rafael Ribeiro do Val, que fez a denúncia, todos eles tiveram participação na venda de armas e munições para os dois atiradores.

Um dos denunciados teria negociado a venda de munições diretamente aos dois atiradores, como também intermediou a compra da arma de fogo utilizada nos crimes. Um outro denunciado seria o responsável pela venda da arma de fogo com numeração parcialmente suprimida. Os demais venderam munições aos atiradores.

O promotor solicitou a prisão preventiva dos quatro denunciados, ressaltando que a medida é necessária para a garantia da ordem pública, sobretudo “quando toda a sociedade trava uma batalha contra o aumento indiscriminado da violência, exigindo (…) uma resposta rápida e eficaz do Judiciário”.

Caso a denúncia seja aceita, os quatro vão responder por tentativas de homicídio e homicídios consumados.

O ataque

O ataque à escola, ocorrido na manhã do dia 13 de março, foi provocado por dois ex-alunos – um adolescente de 17 anos e um rapaz de 25 anos – encapuzados e armados. Dez pessoas morreram, sendo duas funcionárias da escola, cinco alunos, um comerciante, tio de um dos atiradores, e os dois atiradores. O atentado deixou ainda 11 feridos.

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