Polícia deflagra no Pará a segunda fase da Operação Ouro Fino

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Publicado terça-feira, 13 de outubro de 2020 as 15:10, por: CdB

A Polícia Federal (PF) está dando sequência à segunda fase da Operação Ouro Frio, que tem por objetivo o combate à exploração ilegal de ouro no Pará. De acordo com os investigadores, as ações, retomadas, visam ao sequestro de aproximadamente R$ 14 milhões em bens. Até o momento, foram apreendidos mais de 44 quilos de ouro.

Por Redação, com ABr – de Brasília

A Polícia Federal (PF) está dando sequência à segunda fase da Operação Ouro Frio, que tem por objetivo o combate à exploração ilegal de ouro no Pará. De acordo com os investigadores, as ações, retomadas de segunda-feira, visam ao sequestro de aproximadamente R$ 14 milhões em bens. Até o momento, foram apreendidos mais de 44 quilos de ouro.

PF deflagra no Pará a segunda fase da Operação Ouro Fino
PF deflagra no Pará a segunda fase da Operação Ouro Fino

A PF informa que as ações da Ouro Fino decorrem da Operação Verde Brasil 2, que abrange “um conjunto de atividades estruturadas focadas na proteção e preservação da Amazônia e demais biomas”. Além dos policiais federais, a operação conta com a colaboração de militares e fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Santarém, no Pará.

Abastecimento de garimpos clandestinos

Em nota, a PF diz que a missão consiste na inutilização de máquinas e destruição de pistas de pouso usadas para abastecimento de garimpos clandestinos situados na Reserva Biológica Maicuru, localizada dentro da área paraense conhecida como Renca (Reserva Nacional do Cobre e seus Associados), região que é considerada inóspita e de difícil acesso.

Nesta fase da operação, os investigadores tentam identificar a cadeia criminosa que está envolvida com exploração ilegal de ouro, o que inclui, além da extração, o processamento e a comercialização do metal, crimes que estão previstos pelas leis 8.176/91 (usurpação de bem da União) e 9.605/98 (lavra clandestina).

Os infratores podem pegar penas que, somadas, podem ser superiores a cinco anos de detenção.

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