Polícia faz operações em comunidades do Rio

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Publicado terça-feira, 30 de outubro de 2018 as 14:09, por: CdB

Moradores relataram tiros desde as 5h. Helicópteros também foram vistos sobrevoando a região. 

Por Redação, com agências de notícias – do Rio de Janeiro

Policiais militares fizeram operações em pelo menos quatro comunidades do Rio de Janeiro nesta terça-feira.

Policiais militares fizeram operações em pelo menos quatro comunidades do Rio

Policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais) e do GAM (Grupamento Aeromóvel) atuaram, desde o início desta manhã, no Morro do Juramento, na Zona Norte, para reprimir o tráfico de drogas na região. Moradores da comunidade relataram trocas de tiros por volta de 5h30 e 6h10.

Agentes do 3ºBPM (Méier) fizeram ação no Morro do Urubu, que fica entre os bairros de Pilares e Coelho Neto, na mesma região da cidade. Moradores relataram tiros desde as 5h. Helicópteros também foram vistos sobrevoando a região.

Na Cidade de Deus,  Zona Oeste da cidade, veículos blindados deram apoio às operações de batalhões do 2ºCPA (2º Comando de Policiamento de Área). A plataforma OTT-RJ (Onde Tem Tiroteio Rio de Janeiro), que monitora disparos na capital e região metropolitana do Rio, registrou disparos na localidade conhecida como “15”, por volta de 5h20. Novos disparos foram relatados por volta de 6h35.

A Polícia Militar realizou uma quarta operação no Caju, na zona portuária do Rio. Policiais lotados na UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) instalada na comunidade e equipes do CPP (Comando de Polícia Pacificadora), armados por fuzis e apoiados por carros blindados, estão nas ruas da comunidade para combater o crime organizado.

Não há informações sobre prisões, apreensões ou feridos durante as operações, de acordo com a polícia.

Acusada de fazer procedimento

O juiz Bruno Artur Mazza Vaccari, em exercício na Primeira Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, indeferiu o pedido de revogação da prisão de Danielle Cândido Cardoso, também conhecida por Dani Bumbum ou Dani Sereia. Ela foi acusada de fazer um preenchimento nos glúteos e nos lábios da microempresária Fernanda do Carmo de Assis, de 29 anos, no dia 4 deste mês e morreu nove dias depois de parada cardiorrespiratória, num hospital público, depois de passar mal em casa no dia seguinte ao procedimento estético.

O preenchimento foi feito na casa da vítima em Ricardo de Albuquerque, zona norte do Rio. Três testemunhas ouvidas pela polícia, reconheceram Danielle como envolvida na morte da microempresária. A acusada está presa desde o dia 16 na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica.

A esteticista entregou-se à polícia no dia 16. Ao delegado Roberto Ramos, titular da delegacia de Ricardo de Albuquerque, ela disse que aplicou a substância metacril e silicone industrial no procedimento estético.

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