Policiais prendem grupo que praticava estelionato no Rio de Janeiro

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Publicado sexta-feira, 13 de dezembro de 2019 as 10:44, por: CdB

Com os presos foram apreendidos cinco celulares, seis carteiras de habilitação falsas, cinco carteiras de identidade falsas e 10 cartões de débito de diversas instituições bancárias.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

Policiais da 64ª DP, em São João de Meriti, Baixada Fluminense, prenderam, nesta sexta-feira, Vagner Bezerra da Silva, Iremene Silva Carvalho, Franklin de Paula Silva Ramos e Jerômino César Silva de Souza. Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro (Sepol), eles tentavam sacar R$ 6 mil em uma agência bancária no Centro daquele município e depois de presos foram autuados pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e formação de quadrilha.

Foram apreendidos celulares, carteiras de habilitação e de identidade
Foram apreendidos celulares, carteiras de habilitação e de identidade

Com os presos foram apreendidos cinco celulares, seis carteiras de habilitação falsas, cinco carteiras de identidade falsas e 10 cartões de débito de diversas instituições bancárias.

As prisões ocorreram após investigações sobre a atuação do grupo. De acordo com a Sepol, as investigações indicam que a quadrilha praticava os crimes há, pelo menos, três meses em estabelecimentos nos bairros de Anchieta, na Zona Norte; Recreio, na Zona Oeste; e no Centro do Rio de Janeiro. Atuavam ainda nos municípios de São João de Meriti e Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Dados bancários

A partir de informações sobre dados bancários e cadastrais de empresas e seus respectivos sócios, que conseguia previamente, a quadrilha falsificava documentos para fazer saques em espécie. Pelos cálculos da Sepol, o prejuízo pode ter alcançado R$ 200 mil nos últimos meses.

A Sepol informou, ainda, que para facilitar a liberação dos valores pelos bancos, um dia antes, os criminosos chegavam a depositar na conta um cheque no valor de R$ 30 mil.

Um dos presos, Franklin, é ex-jogador de futebol e desempenhava a função de motorista da quadrilha. A Polícia apontou Vagner como líder da organização criminosa. Ele possui passagens por tráfico, estelionato, receptação e formação de quadrilha.

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