Portugueses estendem período crítico de queimadas em florestas

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Publicado segunda-feira, 30 de setembro de 2019 as 11:03, por: CdB

O governo de Portugal decidiu prolongar até 10 de outubro o período crítico de incêndios no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta.

Por Redação, com ABr – de Lisboa

O governo de Portugal decidiu prolongar até 10 de outubro o período crítico de incêndios no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta,  que terminaria nesta segunda-feira.

Portugal prorroga período crítico de incêndios em florestas
Portugal prorroga período crítico de incêndios em florestas

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, Ipma, de Portugal prevê que, nos primeiros dez dias, as temperaturas se mantenham com valores elevados acima da média padrão para a época, uma baixa probabilidade de ocorrência de precipitação, com tendência de tempo seco e quente em todo o país.

“Face às condições descritas, considera-se necessário  adotar medidas e ações especiais de prevenção de incêndios florestais, que decorrem durante o período crítico, no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios”, informou nota oficial.

Durante o período crítico de incêndios, nos espaços florestais ou agrícolas, é proibido fumar; fazer fogueiras; queimadas; lançar foguetes e balões;  desinfestar apiários; e fazer circular tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor de incêndio.

Portugal registra 10.289 incêndios rurais

Até ao último dia 27, segundo o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, houve  10.289 incêndios rurais, que queimaram 41.006 hectares.

A partir de 10 de outubro, o nível de empenho operacional passa a reforçado de nível III. De 16 de outubro até ao fim do mês, o nível passa a reforçado de nível II.  Portugal esteve coberto pelo nível de empenhamento operacional reforçado de nível IV desde julho.

Dados do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas mostram que, até 27 de setembro, houve  10.298 incêndios rurais, que queimaram 41.006 hectares, 51% de povoamentos florestais, 38% de mato e 11% de agricultura.

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