Pressão da covid-19 mantém preços do petróleo sob controle

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Publicado terça-feira, 20 de outubro de 2020 as 14:13, por: CdB

Os casos de covid-19 chegaram a 40 milhões na segunda-feira, de acordo com uma contagem da agência inglesa de notícias Reuters, com uma segunda onda crescente na Europa e na América do Norte desencadeando vários graus de medidas de lockdown.

Por Redação, com Reuters – de Bruxelas

Os preços do petróleo se estabilizaram nesta terça-feira, mas permaneceram sob pressão da ameaça à demanda devido ao ressurgimento global de casos de coronavírus e ao aumento da produção da Líbia. Nesta manhã, o petróleo Brent chegou a tocar US$ 42,62 por barril, sem variação, enquanto a commodity dos Estados Unidos atingiu US$ 40,88 por barril.

Líderes da Opep questionam se novo coronavírus poderá influir no volume produzido de petróleo
Líderes da Opep questionam se novo coronavírus poderá influir no volume produzido de petróleo

Os casos de covid-19 chegaram a 40 milhões na segunda-feira, de acordo com uma contagem da agência inglesa de notícias Reuters, com uma segunda onda crescente na Europa e na América do Norte desencadeando vários graus de medidas de lockdown.

— A terça-feira encontrou traders de petróleo lutando para decidir como interpretar o resultado da reunião da Opep+ do dia anterior — disse Bjornar Tonhaugen, head de mercados de petróleo da Rystad Energy.

Produção

Uma reunião, na véspera, de um painel ministerial da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados, juntos conhecidos como Opep+, se comprometeram a apoiar o mercado de petróleo à medida que crescem as preocupações com os casos de coronavírus.

Por enquanto, a Opep+ está firmando um acordo para reduzir a produção em 7,7 milhões de barris por dia (bpd) até o final do ano e, em seguida, aumentar a produção em 2 milhões de bpd em janeiro.

Enquanto isso, a Líbia, membro da Opep, que está isento dos cortes, está aumentando a produção depois que um conflito armado interrompeu quase toda a operação do país em janeiro. A produção de seu maior campo, Sharara, foi retomada em 11 de outubro e agora está em cerca de 150 mil bpd, cerca de metade de sua capacidade, disseram duas fontes da indústria à agência.

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