Pressionado por risco de uma revolta no país, presidente avalia novo auxílio emergencial

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Publicado quarta-feira, 25 de novembro de 2020 as 19:36, por: CdB

“A gente se prepara para tudo, mas tem que esperar certas coisas acontecer… esperamos que não seja necessário. Espero que não seja necessário porque é sinal (de) que a economia vai pegar e não teremos novos confinamentos no Brasil”, disse Bolsonaro.

Por Redação – de Brasília

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não descartou, na noite passada, uma nova prorrogação do auxílio emergencial, a ajuda paga pelo governo aos vulneráveis pela pandemia até o final do ano, como forma de enfrentamento ao novo coronavírus Questionado em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada a respeito da possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial, que já foi estendido uma vez, o presidente respondeu:

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Bolsonaro demonstrou, mais uma vez, total desrespeito pela morte de mais de 170 mil brasileiros com a covid-19

— Pergunta para o vírus… A gente se prepara para tudo, mas tem que esperar certas coisas acontecer… esperamos que não seja necessário. Espero que não seja necessário porque é sinal (de) que a economia vai pegar e não teremos novos confinamentos no Brasil. A gente espera que não seja necessário e que o vírus esteja realmente de partida no Brasil, tá okay? — disse o presidente em um vídeo editado publicado nas redes sociais.

Nos primeiros meses da pandemia, o governo pagou um auxílio no valor de R$ 600 mensais para os chamados vulneráveis. A partir de setembro, o valor foi reduzido para R$ 300. Publicamente, o presidente sempre tem alertado para o impacto da ajuda nas contas públicas brasileiras e que um dia esse suporte vai ter que acabar.

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