Professores argentinos mantêm greve e paralisam as universidades

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Publicado quarta-feira, 11 de abril de 2018 as 15:30, por: CdB

A greve foi convocada em 20 de março pela Federação Nacional de Professores Universitários (Conadu) em seu Congresso Extraordinário

Por Redação, com Notimérica de Buenos Aires:

Professores universitários na Argentina iniciaram uma greve de 48 horas na terça-feira em mais de 50 universidades públicas do país, como uma reivindicação para um aumento em seu salário de 25% e reivindicando a defesa da educação pública.

Professores universitários na Argentina iniciaram uma greve de 48 horas na terça-feira em mais de 50 universidades públicas do país

A greve foi convocada em 20 de março pela Federação Nacional de Professores Universitários (Conadu) em seu Congresso Extraordinário. Os professores protestam porque o governo se recusa a convocar uma reunião conjunta. E não negocia os salários dos docentes.

O secretário geral da Conadu, Carlos De Feo, sustenta que “enquanto os preços e as taxas continuam subindo e um ajuste brutal na universidade, o governo continua com a arrogância de tentar impor um teto salarial e mostrar um crescimento invisível que não  chega a ninguém, exceto para aqueles que escapam do dinheiro em tocas grosseiras “. 

– Isso só aumenta o descontentamento com o ensino universitário, que será expresso no desemprego e nas próximas medidas de força que tomaremos se eles não reverterem sua posição  – assegurou De Feo.

Ileana Celoto, secretária geral da Associação de Professores da Universidade de Buenos Aires (UBA) expressou que eles protestam, pelo salário dos milhares de professores que trabalham de graça e pela aplicação na UBA do Acordo Coletivo de Trabalho, conforme relatado por ‘Ambito’.

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