Rio combate desmatamento da Mata Atlântica

Arquivado em: Destaque do Dia, Rio de Janeiro, Últimas Notícias
Publicado quarta-feira, 18 de setembro de 2019 as 13:25, por: CdB

Fiscais e policiais vinculados à proteção ambiental farão vistorias, autuações e outras medidas em propriedades onde houver a confirmação de desmatamento de Mata Atlântica Fluminense.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

Coibir o desmatamento e proteger as regiões de floresta que integram a Mata Atlântica. Este é o objetivo da terceira edição da Operação Mata Atlântica em Pé, promovida pelo Ministério Público, que acontece durante essa semana em 16 Estados brasileiros.

Coibir o desmatamento e proteger as regiões de floresta que integram a Mata Atlântica

No do Rio de Janeiro, a ação é operacionalizada pela Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS), Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e Comando de Polícia Ambiental da Polícia Militar (CPAm).

Fiscais e policiais

Fiscais e policiais vinculados à proteção ambiental farão vistorias, autuações e outras medidas em propriedades onde houver a confirmação de desmatamento de Mata Atlântica Fluminense.

No Rio de Janeiro, serão vistoriados 21 alertas, sendo 14 de monitoramento realizado pelo do projeto Olho no Verde, desenvolvido pelas SEAS, e sete do SOS Mata Atlântica.

A força-tarefa vai verificar desmatamento identificados pelos alertas em polígonos que somam 37,10 hectares do bioma, o equivalente a mais de 37 campos de futebol.

O Olho no Verde

O Olho no Verde tem como objetivo o combate ao desmatamento ilegal por meio da incorporação da tecnologia do imageamento por satélite e de processamento de dados espaciais.

O programa, capaz de identificar supressão ilegal de vegetação a partir de 200 metros quadrados, usa imagens de satélite com 50 centímetros de resolução, detecta a mudança de tons em áreas verdes e aponta a degradação sofrida na região. Ao identificar o desmatamento, alertas são emitidos para as equipes de fiscalização estaduais por meio de plataforma online.

– Com o monitoramento detalhado do Olho no Verde, é possível fazer um mapa mais preciso do desmatamento no território fluminense e o refinamento das ações de fiscalização, tornando o combate e a prevenção à supressão vegetal ilegal mais eficiente e eficaz. A integração da SEAS com o MP demonstra a robustez do Poder Público no combate aos crimes ambientais e fortalece a atuação do braço Fluminense na ação nacional de enfrentamento do desmatamento do bioma Mata Atlântica – explica a secretária de estado do Ambiente e Sustentabilidade, Ana Lúcia Santoro.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *