Sede da Amazon em Madri é esvaziada após falsa ameaça de bomba

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Publicado quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020 as 13:12, por: CdB

A sede de Madri da Amazon foi temporariamente esvaziada nesta quinta-feira após uma ameaça de bomba que pouco depois provada ser falsa, disse a polícia.

Por Redação, com Reuters – de Madri/Pequim

A sede de Madri da Amazon foi temporariamente esvaziada nesta quinta-feira após uma ameaça de bomba que pouco depois provada ser falsa, disse a polícia espanhola.

A sede de Madri da Amazon foi temporariamente esvaziada nesta quinta-feira após uma ameaça de bomba
A sede de Madri da Amazon foi temporariamente esvaziada nesta quinta-feira após uma ameaça de bomba

“Foi um alarme falso”, disse uma porta-voz da polícia, acrescentando que os funcionários da Amazon estavam retornando ao prédio. Um porta-voz da Amazon confirmou que a equipe estava de volta ao trabalho.

Alibaba

O Alibaba Group alertou para uma queda nas receitas de seus principais negócios de comércio eletrônico neste trimestre, conforme o surto do coronavírus que se espalha pela China e atinge as cadeias de fornecimento e as entregas.

O alerta dos executivos veio durante uma teleconferência de resultados do trimestre encerrado em dezembro de 2019, quando a empresa superou as estimativas dos analistas e teve vendas recordes em seu evento anual de compras no Dia do Solteiro.

O presidente-executivo, Daniel Zhang, disse que o atraso na retomada das operações após o Ano Novo Lunar, devido ao surto causou problemas para os comerciantes e atrasos no cumprimento de pedidos.

A vice-presidente financeira, Maggie Wu, disse que a maioria dos negócios do Alibaba que dependem da venda de bens físicos provavelmente sofrerão um declínio nas receitas neste trimestre.

– Nós, como outras empresas, não estamos imunes à oferta e demanda – disse ela. “Sua recuperação e sucesso a longo prazo se traduzirão em crescimento a longo prazo para o Alibaba Group.”

Apesar da previsão de queda, Zhang disse que, na segunda-feira, o Alibaba havia observado mais pessoas nas grandes cidades voltando ao trabalho e redes de logística voltando às operações normais.

– Os lucros do Alibaba para os próximos dois trimestres certamente serão afetados pelo surto do coronavírus. No entanto, os negócios da empresa são fortes o suficiente para suportar a breve crise, com seus negócios de computação em nuvem pronto para liderar o avanço em direção a uma perspectiva mais positiva – disse Jesse Cohen, analista sênior da plataforma de mercados financeiros Investing.com.

As vendas na unidade de comércio eletrônico do Alibaba aumentaram 38%, para 141,48 bilhões de iuanes no trimestre encerrado em 31 de dezembro, enquanto as receitas em sua unidade de computação em nuvem aumentaram 62%, para 10,72 bilhões de iuanes.

O lucro líquido atribuível aos acionistas ordinários aumentou de 33,05 bilhões para 52,31 bilhões de iuanes.

A receita total aumentou cerca de 38%, para 161,46 bilhões de iuanes, superando as estimativas de 159,28 bilhões de iuanes.

Softbank

O presidente-executivo do SoftBank, Masayoshi Son, na quarta-feira afastou a ideia de cortar a participação de US$ 150 bilhões na gigante do comércio eletrônico Alibaba, depois que o investidor ativista Elliott Management pediu que a empresa faça grandes recompras de ações.

O surgimento da Elliott, como acionista do SoftBank, renovou o foco na participação de 26% da empresa no Alibaba, maior ativo da empresa japonesa e o investimento da área de tecnologia mais bem-sucedido de Son até hoje.

Elliott, um dos investidores ativistas mais conhecidos do mundo, acumulou uma participação de quase US$ 3 bilhões no SoftBank. Agora, está pressionando por mudanças, incluindo US$ 20 bilhões em recompras de ações, disseram fontes. Mas Son indicou que não tem pressa em vender as ações do Alibaba, levantando questões sobre como o SoftBank poderia financiar eventuais recompras.

– Acredito que o Alibaba tem muito espaço para crescer. Não tenho pressa em vender ações – disse ele na quarta-feira.

O SoftBank já está altamente alavancado e luta para atrair dinheiro para um segundo fundo de tecnologia. A relutância de Son em vender a participação no Alibaba deixa pouco espaço para recompras na escala que Elliott deseja, disseram analistas.

– Do ponto de vista dos acionistas, você deve vender e investir em coisas que vão gerar retornos – disse Kirk Boodry, analista da Redex Holdings.

Se o SoftBank acha que seus retornos não podem superar os do Alibaba, “parece estranho estar no negócio de capital de risco”, disse ele.

O SoftBank pouco fez para dissipar preocupações de investidores sobre sua estratégia, ao relatar que o lucro foi praticamente anulado por um segundo trimestre consecutivo de prejuízo no Vision Fund, de US$ 100 bilhões.

– Esses resultados validam nossas preocupações de que a maioria das outras coisas que o (SoftBank) faz além do Alibaba levou a distrações ou destruição de valor –escreveu o analista da Jefferies, Atul Goyal.

A participação na gigante do comércio eletrônico vale cerca de 150 bilhões de dólares – mais do que a capitalização de mercado do próprio SoftBank, que é de US$ 110 bilhões.

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