Informalidade coloca carteira assinada em uma rota de extinção

O desespero por uma vaga de trabalho fica mais visível entre os brasileiros mais pobres

Apesar da queda na taxa, o período continuou sendo marcado pela informalidade, destacando a falta de qualidade na geração de vagas que vem sendo a característica do mercado de trabalho brasileiro e prejudica o ritmo de crescimento do país. A taxa de desemprego apurada pela Pnad Contínua foi a 11,6% nos três meses até outubro, de 11,8% até setembro, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Indicador mostra dificuldade de recuperação do mercado de trabalho

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) registrou queda em outubro, a seu menor nível desde maio deste ano, sinalizando a dificuldade de recuperação do mercado de trabalho, informou nesta sexta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, caiu 1,3 ponto em relação a setembro, chegando a 85,8 pontos. O indicador ficou abaixo da média histórica do período iniciado em junho de 2008, de 86,9 pontos, disse a FGV.

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Informalidade bate recorde no 3º trimestre, mostra IBGE

A taxa de desemprego do Brasil fechou o terceiro trimestre em 11,8% com aumento no número de pessoas ocupadas, porém em um mercado de trabalho marcado por novo recorde da informalidade. O mercado de trabalho registrou abertura de vagas, porém através da informalidade. Tanto o número de empregados sem carteira quanto de trabalhadores por conta própria atingiu novas máximas recordes no terceiro trimestre.

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Empreendedorismo criativo uma opção para o Brasil

O Brasil está vivendo um dos maiores índices históricos de desemprego. Segundo o IBGE o número oficial de brasileiros em busca do emprego formal, aqueles com garantias de carteira assinada, CLT, ultrapassam a 12,6 mi de pessoas. A mesma pesquisa aponta uma particularidade. O número de ocupados, que utilizam recursos próprios para gerar renda, chega a 38,8 mi. Trazemos aqui uma questão: o empreendedorismo criativo é uma realidade no Brasil?

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Emprego informal atinge maior nível da série histórica, mostra IBGE

Os empregados sem carteira assinada totalizaram 11,8 milhões de pessoas no Brasil, de acordo com dados do IBGE

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE, mostrou que taxa de desocupação do país caiu novamente e ficou em 11,8% no trimestre encerrado em agosto, após ficar em 12,3% no trimestre finalizado em maio. Mesmo assim, o país ainda tem 12,6 milhões de pessoas em busca de trabalho.

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Mais de 3 mi de desempregados buscam recolocação há dois anos

Um contingente de 3,35 milhões de desempregados no país procura trabalho há pelo menos dois anos. Isso equivale a 26,2% (ou cerca de uma em cada quatro) pessoas no total de desocupados no Brasil. Os números do segundo trimestre deste ano são recorde desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), em 2012.

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Desemprego segue alto no país, apesar de dado positivo do Caged

O resultado também veio acima das estimativas de analistas consultados em pesquisa da agência inglesa de notícias Reuters, que projetavam abertura de 34 mil postos. Embora o número seja melhor, embalado pelo setor de serviços, a crise ainda permanece em níveis alarmantes, com mais de 13 milhões de desempregados no país.

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Milhares de trabalhadores disputam algumas vagas de emprego

Segundo a empresa, cerca de três mil pessoas já passaram pela região. A expectativa é que este número aumente e chegue à marca de 5 mil candidatos até o encerramento do horário para o recebimento de currículos. Ainda de acordo com a direção, havia candidatos no local desde a madrugada desta segunda-feira.

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