Consciência negra e seu dia

Zumbi (1927). Pintura de Antonio Parreiras (1860 – 1937) | Acervo do Museu Antonio Parreiras, Niterói

Por Urariano Mota – Publiquei uma vez para o Dia da Consciência Negra, há 5 anos, que era preciso acordar todos os dias e arregalar bem os olhos para ver o que a névoa ideológica não deixava. Isto é, o que mais causava espanto: onde estavam os generais, almirantes e brigadeiros negros?

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Dia, hora, minuto

Por João Guilherme Vargas Netto – Todos os elogios devem ser feitos às direções estudantis da UNE e da Ubes e de milhares de grêmios, DCEs, centros acadêmicos e movimentos pela brilhante vitória das manifestações do dia 30 de maio.

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