Previsão de analistas se distancia dos cálculos do FMI

O Fundo Monetário Internacional, com sede em Washington, calcula que está em curso o pior pesadelo econômico do último século

Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 14 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do Produto Interno Bruto (PIB). As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo em 1,71% para 1,77%, neste ano. 

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Os especialistas consultados no levantamento mensal também ajustaram seu cenário para a inflação. A projeção para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%. Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%.

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A informação consta do boletim Focus, pesquisa semanal do BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos. Essa foi a sexta elevação consecutiva. Para 2020, a estimativa de inflação se mantém há sete semanas em 3,60%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022.

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O Focus mostrou que a expectativa para a Selic passou a 7,50% no próximo ano, de 7,75% previstos antes, e em linha agora com a projeção do Top-5, grupo daqueles que mais acertam as previsões. Para este ano, permanece a estimativa de taxa básica de juros a 6,50%. O Banco Central indicou na semana passada que, diante da retomada econômica abaixo do esperado, o balanço de riscos para a inflação tem pesos iguais.

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