Indicador do comércio cresce, mas longe ainda de perdas anteriores

As vendas, no varejo, tendem a sofrer nova queda, nas próximas semanas

Segundo o Serasa, o segmento de”Tecidos, Vestuários, Calçados e Acessórios” foi o que mais cresceu junho, com expansão de 16%, seguido pelo “Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas Móveis”, que se expandiu 4,6%. Já os setores que registraram pior resultado foram os de “Combustíveis e Lubrificantes”, com queda de 1,6%, e “Materiais de Construção”, com recuo de 0,7%.

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Número de desempregados já supera os 12 milhões, revela IBGE

Em termos percentuais, o nível de ocupação alcançou 47,6%. O IBGE considerou estável na comparação com a semana anterior (48,1%), mas recuo em relação à semana de 3 a 9 de maio (49,4%). A proximidade da taxa de informalidade chegou a 34%, também uma estabilidade frente a semana anterior (34,2%) e de queda se relacionada à semana entre 3 a 9 de maio (35,7%).

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Serviços voltam a patinar, para surpresa de analistas econômicos

Essas perdas, no entanto, somam-se à queda recorde de 11,9% em abril, chegando ao quarto mês seguido de contração, embora os efeitos da pandemia só tenham sido registrados a partir do final de março, pesando sobre uma atividade que já vinha mostrando dificuldades em engrenar uma recuperação. Nos quatro meses seguidos de retração, o setor de serviços acumula perda de 19,7%.

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Os índios no Censo de 2020

Por José Ribamar Bessa Freire – Será que o Censo de 2020 trará dados sobre suas aldeias, línguas e culturas, tão necessários para elaborar políticas públicas e demarcar territórios? O que o IBGE entende por “aldeia indígena”? Como serão contados os índios que vivem em área urbana?

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