BC: Inflação tende a aumentar ainda mais até dezembro e em 2021

Idoso observa, ao fundo, o prédio do Banco Central em Brasília, onde são finalizados os cálculos sobre a inflação para a Terceira Idade

A mediana das projeções colhidas na consulta do Banco Central junto a cerca de 100 instituições, a pesquisa Focus, aponta agora para um IPCA de 2,47% este ano e de 3,02% em 2021. Na semana passada, as estimativas eram de 2,12% e 3,00%, respectivamente. A meta central para os dois períodos é de 4% e 3,75%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto para mais ou para menos.

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Preço dos alimentos básicos acumula alta e pressiona a inflação

Em São Paulo, a cesta custou R$ 563,35, com elevação de 4,33% na comparação com agosto. No ano, o preço do conjunto de alimentos subiu 11,22% e, em 12 meses, 18,89%. Segundo o estudo, com base na cesta mais cara (Florianópolis R$ 582,40), o salário mínimo necessário para adquirir os produtos deveria ter sido de R$ 4.892,75.

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Tendência dos preços é de alta, diz a pesquisa do BC com economistas

Apesar das altas sucessivas, a expectativa dos economistas ainda está bem abaixo da meta do BC, que é de inflação de 4% este ano, com margem de tolerância de 1,5 ponto para mais ou para menos. Para 2021, quando a meta cai para 3,75%, expectativa está em 3,00%, sobre 3,01% na semana anterior. A projeção para a taxa básica de juros, atualmente em 2% ao ano, ficou inalterada.

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Inflação será analisada em cenário único, a partir de dezembro deste ano

Segundo a autoridade monetária, esse procedimento é usual na experiência internacional de bancos centrais e “permitirá aprofundar o foco na análise econômica das projeções, tornando o documento mais simples e efetivo”. Ainda que essa passe a ser a diretriz geral, o BC não excluiu a possibilidade de publicar cenários alternativos, considerando outras hipóteses para o câmbio e variáveis relevantes.

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Preços dos alimentos disparam, enquanto a economia desfalece

Ainda na pesquisa, outros grupos de despesas com inflação foram transportes (0,83%), com alta puxada pelo preço da gasolina (3,19%); artigos de residência (0,79%); habitação (0,34%); despesas pessoais (0,09%); e comunicação (0,15%). Na outra ponta, houve quedas de preços em grupos de despesas a exemplo de vestuário (-0,27%), saúde e cuidados pessoais (-0,69%) e educação (-0,11%).

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Preços disparam, apesar da recessão que leva o país ao desespero

O preço dos cereais tem subido, dia após dia, e um saco de 5 kg de arroz já custa mais de R$ 50 em alguns supermercados

Embora o país viva, tecnicamente, uma recessão, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) passou a subir 4,57% na segunda prévia de setembro, ante alta de 2,34% no mesmo período do mês anterior. O movimento reflete a aceleração contínua da inflação ao produtor, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) disparou a 6,36%, no período

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A recessão no Brasil se agrava, mas preços disparam nos supermercados

Para o Produto Interno Bruto (PIB), os economistas consultados passaram a prever uma contração de 5,11% este ano, contra recuo de 5,31% estimado na semana anterior. Para 2021 permanece a expectativa de crescimento de 3,50% da economia. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que a taxa básica de juros deve permanecer no atual patamar de 2,0% ao final do ano.

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Preços atingem máxima de 26 anos atrás e disparam níveis de inflação

Os preços no atacado dispararam para o maior nível em 26 anos e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 4,41% na primeira prévia de setembro, depois de subir 1,46% no mesmo período do mês anterior. Os dados mostraram que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do IGP-M, teve no período alta de 6,14%, maior salto desde julho de 1994,

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