Preços dos alimentos disparam, enquanto a economia desfalece

O preço dos alimentos recebeu o maior impacto, nos últimos meses, em face da pandemia

Ainda na pesquisa, outros grupos de despesas com inflação foram transportes (0,83%), com alta puxada pelo preço da gasolina (3,19%); artigos de residência (0,79%); habitação (0,34%); despesas pessoais (0,09%); e comunicação (0,15%). Na outra ponta, houve quedas de preços em grupos de despesas a exemplo de vestuário (-0,27%), saúde e cuidados pessoais (-0,69%) e educação (-0,11%).

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Preços disparam, apesar da recessão que leva o país ao desespero

Embora o país viva, tecnicamente, uma recessão, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) passou a subir 4,57% na segunda prévia de setembro, ante alta de 2,34% no mesmo período do mês anterior. O movimento reflete a aceleração contínua da inflação ao produtor, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) disparou a 6,36%, no período

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A recessão no Brasil se agrava, mas preços disparam nos supermercados

Para o Produto Interno Bruto (PIB), os economistas consultados passaram a prever uma contração de 5,11% este ano, contra recuo de 5,31% estimado na semana anterior. Para 2021 permanece a expectativa de crescimento de 3,50% da economia. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que a taxa básica de juros deve permanecer no atual patamar de 2,0% ao final do ano.

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Preços atingem máxima de 26 anos atrás e disparam níveis de inflação

Os preços no atacado dispararam para o maior nível em 26 anos e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 4,41% na primeira prévia de setembro, depois de subir 1,46% no mesmo período do mês anterior. Os dados mostraram que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do IGP-M, teve no período alta de 6,14%, maior salto desde julho de 1994,

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