Tiroteio em comunidades do Rio assusta moradores

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Publicado segunda-feira, 25 de junho de 2018 as 17:32, por: CdB

No final de semana, a PM fez operações na região, nos morros Chapéu-Mangueira e Babilônia para reprimir as tentativa de invasão nas comunidades

Por Redação, com agências de notícias – do Rio de Janeiro:

Tiroteio no Itanhangá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, na madrugada desta segunda-feira deixou moradores assustados, de acordo com a polícia uma disputa entre facções criminosas, provocou o confronto.

Tiroteio no Itanhangá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, na madrugada desta segunda-feira deixou moradores assustados

Tiros também foram ouvidos na comunidade da Rocinha, na Zona Sul da cidade. No final de semana, a PM fez operações na região, nos morros Chapéu-Mangueira e Babilônia no bairro do Leme, para reprimir a tentativa de invasão nas comunidades.

Morte de ex-militar

A polícia militar investiga a morte de um ex-soldado do Exército, ele foi morto a golpes de faca ao tentar apartar uma briga na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro. A vítima havia assistido o jogo da seleção brasileira no Alzirão na última sexta-feira e estava indo comemorar a vitória com os amigos na Praça Afonso Pena.

O autor das facadas conseguiu escapar. Já o ex-militar morreu no local. O corpo do soldado foi enterrado no domingo.

Zona Sul

Uma pessoa morreu após tiroteio no sábado no Morro da Babilônia, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Vizinha ao bairro do Leme, a comunidade tem sido palco de confrontos frequentes e recebeu uma operação integrada das forças de segurança há dois dias.

Segundo o 19º Batalhão de Polícia Militar (Copacabana), criminosos de facções rivais trocaram tiros na comunidade por volta das 8h deste sábado.

Um homem ficou ferido na Rua do Rosário, uma das principais da favela, e foi socorrido. Outro baleado também foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Operação integrada

Comunidades vizinhas, Babilônia e Chapéu Mangueira receberam uma operação integrada na manhã de 21 de junho, para cerco, estabilização e remoção de barricadas.

Foram empregados 1,8 mil militares das Forças Armadas, 50 policiais militares e 2 equipes de bombeiros militares com cães, apoiados por meios blindados, aeronaves e equipamentos de engenharia.

A operação contou com apoio da Marinha, uma vez que as comunidades ficam no Leme, bairro da orla do Rio de Janeiro.

Um balanço divulgado da operação informou que duas pessoas foram presas pelos agentes. Além disso, cães farejadores indicaram um local onde havia restos mortais compatíveis com o de um ser humano na mata.

Parte das munições, carregadores para armas automáticas e coletes à prova de bala apreendidos foram encontrados em um antigo bunker que pertencia ao Forte Duque de Caxias, que fica no Leme. O esconderijo ficava na mata fechada.

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