Trump apoia esforços para melhorar verificação de antecedentes para compra de armas

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Publicado segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018 as 13:37, por: CdB

Trump falou com Cornyn, um republicano, sobre o projeto de lei bipartidário que ele o senador democrata Chris Murphy apresentaram para melhorar a colaboração federal com as verificações de antecedentes criminais

Por Redação, com Reuters e EFE – de Washington:

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou com o senador John Cornyn sobre a legislação de armas do país na sexta, dois dias depois de um incidente com tiros deixar 17 mortos em uma escola na Flórida, e apoia esforços para melhorar o sistema federal de verificação de antecedentes, disse a Casa Branca nesta segunda-feira.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Trump falou com Cornyn, um republicano, sobre o projeto de lei bipartidário; que ele o senador democrata Chris Murphy apresentaram; para melhorar a colaboração federal com as verificações de antecedentes criminais;  disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, em comunicado.

– Enquanto discussões estão em curso e revisões estão sendo consideradas, o presidente apoia esforços; para melhorar o sistema federal de verificação de antecedentes –  disse Sanders.

Trump critica FBI por investigar trama da Rússia

O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou neste domingo que “nunca” disse “que a Rússia não interferiu nas eleições” de 2016, mas também disparou contra o FBI e sugeriu que a entidade não foi capaz de prevenir o tiroteio de quarta-feira na Flórida porque passa “tempo demais” focado na trama russa. As informações são da Agência EFE.

– Muito triste que o FBI tenha perdido os muitos sinais enviados pelo autor do tiroteio na escola da Flórida, isto não é aceitável – escreveu Trump em uma mensagem na rede social Twitter neste domingo.

– Passam tempo demais tentando provas de que houve conspiração russa na campanha de Trump, e não houve conspiração. Voltem ao seu trabalho essencial e nos deixem orgulhosos – acrescentou.

No último dia 16, o FBI reconheceu que cometeu um erro ao não ter seguido os protocolos oportunos; quando no dia 5 de janeiro foi alertado sobre o comportamento agressivo de Nikolas Cruz, o jovem que matou 17 pessoas em um tiroteio em uma escola de Parkland, na Flórida.

Por razões desconhecidas, o FBI não seguiu os protocolos oportunos nestes casos; e não investigou a chamada de aviso que recebeu sobre a possibilidade de Cruz realizar um ataque.

Departamento de Justiça e o FBI

Trump disparou em muitas ocasiões contra o Departamento de Justiça e o FBI pela investigação da trama russa, que ele considera uma “caça às bruxas”;  e sua relação com o diretor dessa agência de investigação, Christopher Wray; tornou-se tensa nas últimas semanas.

No entanto, o presidente americano não chegou a respaldar em sua mensagem no Twitter o pedido do governador da Flórida, Rick Scott; que Wray renuncie devido aos seus erros neste ataque.

Em outra mensagem, Trump respondeu ao assessor de segurança nacional, H. R. McMaster; que neste sábado qualificou de “irrefutáveis” as provas de ingerência russa depois; que o procurador que investiga o tema, Robert Mueller; apresentou na sexta-feira acusações contra 13 russos relacionados com a trama.

– Ao general McMaster esqueceram de dizer que os resultados da eleição de 2016 não foram afetados; e nem mudados pelos russos e que a única conspiração foi entre a Rússia e a corrupta Hillary Clinton e os democratas – alegou Trump.

Porém, hoje Trump quis esclarecer que “nunca” disse “que a Rússia não interferiu nas eleições” de 2016.

– Se o objetivo da Rússia era criar discórdia, desestabilização e caos dentro dos Estados Unidos; então, triunfaram mais do que em seus melhores sonhos – acrescentou.

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