Trump diz que processo de impeachment é uma ‘farsa’ 

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Publicado terça-feira, 3 de dezembro de 2019 as 11:23, por: CdB

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que o inquérito de impeachment contra ele é uma “farsa” utilizada pelos democratas para obter ganhos políticos.  

Por Redação, com Reuters – de Londres/Washington

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que o inquérito de impeachment contra ele é uma “farsa” utilizada pelos democratas para obter ganhos políticos diante da eleição presidencial do próximo ano.

Presidente dos EUA, Donald Trump, e primeira-dama, Melania, desembarcam no Reino Unido para cúpula da Otan
Presidente dos EUA, Donald Trump, e primeira-dama, Melania, desembarcam no Reino Unido para cúpula da Otan

Democratas estão examinando as tentativas de Trump de pressionar a Ucrânia a investigar o rival político Joe Biden, ex-vice-presidente dos EUA que busca a nomeação do Partido Democrata para enfrentar Trump na eleição de 2020, e seu filho Hunter Biden, que fora membro do conselho de uma companhia ucraniana de energia.

Questionado sobre o inquérito durante uma visita a Londres para uma cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Trump disse que “isso de impeachment é uma farsa, foi demonstrado ser uma farsa. Isso é feito puramente por ganho político, eles vão ver se podem ou não fazer algo em 2020, porque, caos contrário, eles vão perder”.

Execuções federais

Um Tribunal de Recursos dos Estados Unidos proporcionou na segunda-feira uma outra derrota aos planos do governo do presidente Donald Trump para retomar a pena de morte ao nível federal após um período de 16 anos, recusando uma iniciativa do Departamento de Justiça que abriria caminho para quatro execuções marcadas.

Um painel composto por três juízes da Corte dos Estados Unidos de Recursos para o Distrito de Columbia negou o pedido do departamento para reverter uma decisão de um magistrado que temporariamente impede os planos para executar quatro assassinos condenados. O primeiro deles seria executado no dia 9 de dezembro.

A juíza distrital Tanya Chutkan no mês passado emitiu uma decisão para suspender as execuções planejadas até que um longo impasse em relação ao protocolo de injeções letais do departamento possa ser resolvido. O tribunal de recursos decidiu que o governo não havia “satisfeito os rigorosos requerimentos” para reverter a decisão de Chutkan.

Planos

O procurador-geral William Barr, indicado por Trump mais cedo neste ano, anunciou em julho seus planos para retomar as execuções de pessoas condenadas à morte em casos federais. Na época, Barr disse que seu departamento detêm o domínio da lei e que devia às vítimas dos crimes e a suas famílias que as sentenças fossem impostas sob o sistema de Justiça criminal norte-americano.

A maioria das execuções nos Estados Unidos foi conduzida por Estados individualmente, embora um número crescente deles tenha parado de aplicar a pena de morte.

A última execução federal aconteceu em 2003. Desde então, litígios prolongados sobre as drogas historicamente utilizadas nas injeções letais das execuções impediram que o governo continuasse com a prática.

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