Turquia começa a deportar jihadistas estrangeiros

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Publicado segunda-feira, 11 de novembro de 2019 as 14:27, por: CdB

A Turquia começou nesta segunda-feira a expulsar membros estrangeiros do grupo Estado Islâmico.

Por Redação, com ABr – de Ancara/Bagdá

A Turquia começou nesta segunda-feira a expulsar membros estrangeiros do grupo Estado Islâmico (EI) que mantém detidos, anunciando a deportação de um jihadista americano e a expulsão de sete outros “de origem alemã”.

A Turquia começou nesta segunda-feira a expulsar membros estrangeiros do grupo Estado Islâmico
A Turquia começou nesta segunda-feira a expulsar membros estrangeiros do grupo Estado Islâmico

“Um terrorista estrangeiro americano será deportado da Turquia depois de todas as etapas concluídas”, disse o porta-voz do Ministério do Interior turco, Ismail Catakli, sem especificar o destino.

Sete outros “terroristas estrangeiros de origem alemã serão deportados na quinta-feira”, acrescentou, citado pela agência estatal de notícias Anadolu.

O início da expulsão de jihadistas estrangeiros foi anunciado na sexta-feira pelo ministro do Interior turco, Süleyman Soylu.”

“Não há necessidade de correr: nós enviaremos de volta os membros do Estado Islâmico, eles são seus, façam o que quiserem”, acrescentou.

O ministro turco não especificou quais são os países destinatários, mas dirigiu-se à Europa durante seu discurso em Ancara.

O presidente turco Recep Tayyip Erdogan disse, na sexta-feira, que a Turquia capturou 287 pessoas que escaparam das prisões na Síria após o início da ofensiva em Ancara.

Iraque

A Comissão de Direitos Humanos do Iraque afirma que protestos antigoverno, que já duram um mês, deixaram mais de 300 mortos.

Pessoas frustradas com altos índices de desemprego e corrupção começaram a tomar as ruas no início de outubro na capital Bagdá e em cidades nas regiões central e sul do país.

Pelo menos 4 pessoas morreram no sábado, quando forças de segurança entraram em conflito com manifestantes perto de pontes que levam a um distrito da capital, que abriga edifícios governamentais e embaixadas estrangeiras.

A comissão informa que, até no domingo , o número total de mortes entre manifestantes e agentes das forças de segurança chegou a 319, e cerca de 15 mil pessoas ficaram feridas.

O governo do Iraque diz que vai responder às demandas dos manifestantes por meio da condução de reformas políticas.

Mas ainda não está claro em que consistem esses planos, já que os partidos políticos permanecem em desacordo sobre os laços do país com o vizinho Irã.

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