Venezuela recebe 34 toneladas de medicamentos e suplementos da Cruz Vermelha italiana

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Publicado quarta-feira, 31 de julho de 2019 as 14:22, por: CdB

A Venezuela recebeu uma carga de 34 toneladas de medicamentos e suplementos hospitalares doados pela Cruz Vermelha da Itália.

Por Redação, com Sputnik – de Caracas

A Venezuela recebeu uma carga de 34 toneladas de medicamentos e suplementos hospitalares doados pela Cruz Vermelha da Itália.

O presidente venezuelano diz que o país não está passando por uma crise humanitária

– Trinta e quatro toneladas de medicamentos e suplementos médicos chegaram à Venezuela, este envio foi enviado pela Cruz Vermelha italiana à Cruz Vermelha da Venezuela, o que nos permitirá expandir nossa operação, aumentando nosso apoio aos centros de saúde venezuelanos e apoiando as pessoas mais vulnerável – escreveu Francesco Rocca, presidente da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

O diretor regional da Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho para a América e o Caribe, Walter Cotte, destacou que o envio dessa assistência humanitária é um passo importante para ajudar os venezuelanos.

– Estamos dando mais um passo importante para ajudar os venezuelanos, continuaremos a apoiar os esforços da Cruz Vermelha venezuelana e seus voluntários com neutralidade, imparcialidade e independência, hoje com o apoio da Cruz Vermelha Italiana – escreveu ele no Twitter.

O primeiro carregamento da Cruz Vermelha com assistência humanitária chegou ao país caribenho no dia 16 de abril.

Acordo

Em 6 de junho, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou a assinatura de um novo acordo com a Cruz Vermelha Internacional para aumentar o apoio humanitário ao país.

O governo venezuelano afirma ter recebido assistência técnica humanitária de entidades da Organização das Nações Unidas, da Rússia, da China, da Turquia e da Federação Internacional da Cruz Vermelha.

O presidente venezuelano diz que o país não está passando por uma crise humanitária, mas está sofrendo dificuldades sociais causadas pelo bloqueio promovido pelos EUA e seus aliados.

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