Mais uma vítima do incêndio no Centro de Treinamento do Flamengo tem alta

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Publicado sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019 as 12:56, por: CdB

O incêndio no CT, conhecido como Ninho do Urubu, localizado em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio, atingiu um alojamento onde dormiam atletas da categoria de base do clube, todos com idades entre 14 e 16 anos.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

Francisco Dyogo, um dos três feridos no incêndio que atingiu o Centro de Treinamento (CT) do Flamengo, no último dia 8, teve alta médica e deixou nesta sexta-feira o Hospital Vitória, no Rio de Janeiro.

O incêndio no CT, conhecido como Ninho do Urubu, localizado em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio, atingiu um alojamento

Ele é o segundo atleta a ter alta depois da tragédia, já que Cauan Emanuel havia deixado o hospital no último dia 11.

O terceiro ferido, Jhonata Ventura, continua internado no Hospital Municipal Pedro II, com queimaduras em 30% de seu corpo.

Segundo boletim médico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, o jovem continuava em um leito de terapia intensiva do Centro de Tratamento de Queimados do hospital, com boa evolução.

O incêndio no CT, conhecido como Ninho do Urubu, localizado em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio, atingiu um alojamento onde dormiam atletas da categoria de base do clube, todos com idades entre 14 e 16 anos.

Dez jovens morreram e três ficaram feridos.

Ato na Candelária

A Arquidiocese do Rio de Janeiro homenageou as vítimas de tragédias brasileiras recentes em ato inter-religioso no Centro do Rio de Janeiro. Segundo o cardeal-arcebispo do Rio de Janeiro, Orani João Tempesta, o momento será usado para lembrar as vítimas do rompimento da barragem de Brumadinho (MG), do incêndio do centro de treinamento do Flamengo (Ninho do Urubu) e das enchentes e da violência do Rio.

Também foi feita uma homenagem ao jornalista Ricardo Boechat e ao piloto Ronaldo Quatrucci, que morreram na queda de um helicóptero neste semana, em São Paulo. O ato será na Igreja da Candelária.

– Foram várias tragédias que, de maneira sequencial, se abateram sobre o país, especialmente sobre a Região Sudeste, nas últimas semanas. A Igreja é solidária aos que sofrem e, neste momento, toda a nação está sofrendo. Mas é preciso, como gostava de dizer o Boechat, ‘tocar o barco’. E é de mãos dadas, em oração, e com esperança que a gente segue em frente – disse Tempesta.

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