YouTube expande recurso de verificação de fatos sobre votação pelo correio

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Publicado quinta-feira, 24 de setembro de 2020 as 12:32, por: CdB

O YouTube, da Alphabet, começará a mostrar textos e links de checadores de fatos independentes em vídeos sobre votação por correio, como parte dos esforços para conter a desinformação na plataforma antes da eleição presidencial dos Estados Unidos em novembro.

Por Redação, com Reuters – de Nova York/São Francisco

O YouTube, da Alphabet, começará a mostrar textos e links de checadores de fatos independentes em vídeos sobre votação por correio, como parte dos esforços para conter a desinformação na plataforma antes da eleição presidencial dos Estados Unidos em novembro.

O YouTube começará a mostrar textos e links de checadores de fatos independentes em vídeos sobre votação por correio
O YouTube começará a mostrar textos e links de checadores de fatos independentes em vídeos sobre votação por correio

Um painel de informações, recurso lançado inicialmente no Brasil e na Índia no ano passado, também destacará artigos de terceiros verificados em resultados de pesquisas relacionadas ao registro eleitoral, disse o YouTube nesta quinta-feira.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou repetidamente e sem evidências que o voto pelo correio, que deve aumentar drasticamente nas próximas eleições devido à pandemia de coronavírus, é suscetível a fraudes em grande escala.

Votar pelo correio não é algo novo nos Estados Unidos, quase 25% dos eleitores votaram nas eleições presidenciais de 2016 dessa forma.

O YouTube disse que pesquisas por candidatos à presidência ou ao Congresso agora mostrarão um painel de informações com detalhes sobre os candidatos.

Facebook excluirá anúncios políticos

O Facebook não aceitará anúncios políticos que buscam reivindicar a vitória antes que os resultados das eleições norte-americanas de 2020 sejam declarados, um porta-voz da empresa tuitou na quarta-feira.

A mudança expande os planos da empresa, anunciados no início do mês de parar de aceitar novos anúncios políticos na semana antes da eleição. Na época, o Facebook disse que os anunciantes políticos poderiam retomar a criação de novos anúncios após o dia da eleição.

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