Agressor de Bolsonaro, Adélio Bispo quer ser representado pela DPU

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Publicado quinta-feira, 31 de outubro de 2019 as 15:12, por: CdB

O autor da facada em Bolsonaro está detido na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS).

Por Redação – de São Paulo

O agressor do presidente Jair Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira, solicitou à Justiça que seja representado pela defensores públicos da Defensoria Pública da União. De acordo com o jornal conservador paulistano, Folha de S. Paulo, Adélio reclama que não recebe atenção do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior.

Adélio Bispo, autor da facada em Bolsonaro, está detido na Penitenciária Federal de Campo Grande
Adélio Bispo, autor da facada em Bolsonaro, está detido na Penitenciária Federal de Campo Grande

Ainda de acordo com a reportagem, Adélio, preso desde o ano passado, pede que seja transferido para uma prisão próxima da família que vive em Montes Claros, Minas Gerais. Ao jornal, Zonone disse que não fala com o seu cliente há dois meses e que não o preso não fez nenhum pedido de transferência.

O advogado de defesa é investigado pela Polícia Federal que busca descobrir quem o contratou. O autor da facada em Bolsonaro está detido na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS).

Em seu discurso de posse, o presidente Jair Bolsonaro aludiu a uma polêmica conspiração para matá-lo, em referência à tentativa de homicídio cometida por Adélio Bispo de Oliveira, em setembro de 2018, durante a campanha eleitoral.

Críticas de ex-apoiador

Em julho deste ano o deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) criticou mandatário após o encerramento do processo contra Adélio Bispo, autor da suposta facada ao então candidato, eleito em 2018.

“MPF e Bolsonaro não recorrem, e processo contra o agressor Adélio Bispo é encerrado. A facada vai ficar por isso mesmo, nem o esfaqueado se interessa em punição, justiça ou dar continuidade ao processo do suposto crime. Esse é o Brasil estranho”, escreveu o parlamentar no Twitter.

Tanto o Ministério Público quanto os advogados de Bolsonaro abriram mão de recorrer da decisão e deixaram o processo ser encerrado.

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