Alemanha reduz previsão de crescimento para 2020

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Publicado sexta-feira, 11 de outubro de 2019 as 11:16, por: CdB

A notícia do jornal Der Spiegel disse que as previsões podem ser revisadas para cima ou para baixo em quantidades mínimas antes que o governo publique suas previsões em 17 de outubro.

Por Redação, com Reuters – de Berlim

O governo alemão vai reduzir sua previsão de crescimento para 2020 para 1,1%, contra uma projeção de 1,5% em abril, informou a revista alemã Der Spiegel nesta sexta-feira, sem citar fontes.

A matéria do tradicional jornal alemão afirmou que o governo irá manter sua previsão de crescimento de 0,5% este ano e, portanto, evitará uma recessão por pouco.

Uma porta-voz do Ministério da Economia da Alemanha disse que as previsões do governo ainda não foram finalizadas
Uma porta-voz do Ministério da Economia da Alemanha disse que as previsões do governo ainda não foram finalizadas

A notícia informou que as previsões podem ser revisadas para cima ou para baixo em quantidades mínimas antes que o governo publique suas previsões em 17 de outubro.

Duas fontes disseram à agência de notícias britânica Reuters que o governo reduzirá significativamente sua previsão para 2020.

Uma porta-voz do Ministério da Economia da Alemanha disse que as previsões do governo ainda não foram finalizadas, acrescentando que ela não pode comentar até que o governo apresente suas previsões.

Neste mês, os principais institutos econômicos da Alemanha, cujas previsões alimentam as estimativas do próprio governo, reduziram suas projeções, dizendo que esperam que a economia alemã avance 0,5% este ano e 1,1% em 2020.

As encomendas à indústria da Alemanha caíram mais do que o esperado em agosto devido à demanda doméstica mais fraca, mostraram dados divulgados nesta segunda-feira, ampliando os sinais de que as perdas na indústria estão levando a maior economia da Europa à recessão.O contratos para produtos fabricados na Alemanha caíram 0,6% em agosto sobre o mês anterior, contra expectativa de queda de 0,3%. A demanda por bens de capital recuou 1,6%, informou o Ministério da Economia.

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