Amelia Vega, dominicana, é eleita Miss Universo 2003

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Publicado quarta-feira, 4 de junho de 2003 as 02:16, por: CdB

A representante da República Dominicana, Amelia Vega, uma estudante de 18 anos, eleita na noite desta terça-feira Miss Universo 2003 no Centro de Convenções Figali, uma antiga base militar no Canal do Panamá, acorda nesta quinta-feira como uma das mulheres mais fotografadas do mundo.

O segundo lugar foi para a venezuelana María Angel Ruiz, de 23 anos, e o terceiro, para a sul-africana Cyndy Nell, de 21.

A Miss Brasil, Gislaine Ferreira, ficou entre as dez finalistas, mas foi eliminada na última etapa.

Vega foi escolhida a mulher mais bela do planeta entre 71 candidatas e recebeu a coroa das mãos da panamenha Justine Pasek, Miss Universo 2002, e do magnata americano Donald Trump, patrocinador do concurso.

A dominicana também recebeu o prêmio de Melhor Traje Típico, por desfilar com um brilhante traje que imitava a riqueza do mar de seu país.

A representante de Antígua e Barbuda, Kai Davis, foi escolhida como Miss Simpatia, enquanto que a candidata de Porto Rico, Carla Tricoli, foi eleita Miss Fotogenia.

A eleição de Davis como Miss Simpatia aconteceu após uma votação entre as próprias candidatas do concurso, enquanto que o título de Miss Fotogenia foi resultado da escolha de milhares de pessoas, que votaram pelo site da rede de TV americana NBC, responsável pela transmissão do concurso.

O concurso foi apresentado pela modelo cubana Daisy Fuentes e o comediante americano Billy Bush.

Amelia Vega, com 1,83 metro e olhos cor de chocolate, confessou que um de seus sonhos é seguir os passos do tio, o popular cantor de merengue Juan Luis Guerra.

Favorita dos especialistas desde que chegou ao Panamá, há três semanas, Vega revelou que sua mãe também foi rainha da beleza na juventude e lhe recomendou “manter os pés no chão”.

– Não estou aqui apenas pela coroa, mas também para representar bem o meu país, a República Dominicana – disse Vega antes de ser eleita a primeira Miss Universo da República Dominicana.

O espetáculo foi animado pelo cantor porto-riquenho Chayanne e o quarteto de cordas anglo-australiano “Bond”.