Apple compra empresa de análise de música Asaii

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Publicado segunda-feira, 15 de outubro de 2018 as 11:36, por: CdB

A Asaii pode ajudar a Apple a competir com os esforços do Spotify de trabalhar diretamente com artistas menores, como uma gravadora, disse o jornal.

Por Redação, com Reuters – de Nova York

A Apple adquiriu a startup de análise de musica Asaii, informou o Axios no domingo, citando fontes, em uma tentativa de fortalecer as recomendações de conteúdo para os usuários de seus serviços de música.

Apple compra empresa de análise de música Asaii, diz Axios

O acordo de compra somou menos de US$ 100 milhões, de acordo com o Axios.

A Asaii pode ajudar a Apple a competir com os esforços do Spotify de trabalhar diretamente com artistas menores, como uma gravadora, disse o jornal.

No mês passado, a Apple finalizou a compra do aplicativo Shazam, um acordo para ajudar a fabricante do iPhone a competir com o Spotify, o líder na indústria de serviços de streaming de música.

Apple e Asaii não estavam imediatamente disponíveis para comentar.

Facebook

O Facebook disse nesta sexta-feira ter confirmado que os hackers que atuaram numa brecha de segurança divulgada no mês passado acessaram as contas de cerca de 30 milhões de pessoas e roubaram nome e detalhes de contato de 29 milhões.

O Facebook informou no final de setembro que os hackers haviam roubado códigos de acesso digital, permitindo que assumissem quase 50 milhões de contas de usuários em sua pior violação de segurança de todos os tempos, mas não confirmou, à época, se as informações haviam sido realmente roubadas.

A empresa disse que para 15 milhões de pessoas os invasores acessaram dois conjuntos de informações: nome e detalhes de contato, incluindo número de telefone, e-mail ou ambos, dependendo do que os indivíduos tinham em seus perfis.

Para outras 14 milhões de pessoas, os hackers também acessaram outros detalhes incluindo nome de usuário, gênero, localidade/idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados ​​para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos 10 locais onde estiveram ou em que foram marcados.

– Estamos cooperando com o FBI, que está investigando ativamente e nos pediu para não discutir quem pode estar por trás desse ataque – disse o Facebook em um post no blog.

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