Apple vende 2,5 milhões de iPhones na China em março

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Publicado terça-feira, 14 de abril de 2020 as 11:15, por: CdB

As empresas de smartphones esperam uma forte recuperação da demanda na China, onde o mortal coronavírus está diminuindo, enquanto se espalha pelo exterior e parece pronto para desencadear uma recessão global.

Por Redação, com Reuters – de Xangai/Bangalore

A Apple vendeu cerca de 2,5 milhões de iPhones na China em março, uma leve recuperação após um dos piores meses do país, segundo dados do governo divulgados na última sexta-feira.

A Apple vendeu cerca de 2,5 milhões de iPhones na China em março
A Apple vendeu cerca de 2,5 milhões de iPhones na China em março

As empresas de smartphones esperam uma forte recuperação da demanda na China, onde o mortal coronavírus está diminuindo, enquanto se espalha pelo exterior e parece pronto para desencadear uma recessão global.

As remessas de celulares na China em março totalizaram 21 milhões de unidades, segundo dados da Academia de Tecnologia da Informação e Comunicações da China (CAICT), um think tank do governo.

Os varejistas chineses

Esse foi um aumento de mais de três vezes em relação a fevereiro, mas ainda caiu cerca de 20% em comparação com março de 2019.

Os varejistas chineses retomaram suas operações em grande parte no início de março, com a reabertura das lojas físicas e a logística de comércio eletrônico voltando a funcionar depois que o vírus e as duras medidas de confinamento fizeram com que grande parte da economia parasse nos primeiros dois meses.

A Apple enviou cerca de 500 mil telefones na China em fevereiro, segundo o CAICT.

Muitos fabricantes de smartphones agora esperam que as vendas na China possam amortecer quedas nos mercados externos nos próximos meses.

Amazon

A Amazon.com afirmou na segunda-feira que vai contratar 75 mil funcionários para empregos em áreas como centros de distribuição e logística para enfrentar o aumento na demanda gerado pelo isolamento social.

A companhia de comércio eletrônico enfrenta a tarefa de contratar mais pessoal apesar do aumento nos pedidos para fechar suas instalações. A empresa, que registrou casos de coronavírus entre funcionários de galpões de produtos e enfrentou vários protestos, afirmou que vai realizar checagens de temperatura e fornecer máscaras para todos os funcionários em centros de distribuição nos Estados Unidos e Europa.

A Amazon afirmou nesta segunda-feira que preencheu todas as 100 mil vagas que tinha aberto anteriormente e que os 75 mil novos postos são adicionais às contratações anteriores.

A companhia afirmou que espera gastar mais de US$ 500 milhões globalmente em aumentos salariais para funcionários durante a pandemia, alta ante a estimativa anterior de 350 milhões.

O número de funcionários da Amazon flutua de acordo com a temporada, tendo recentemente alcançado pico de 798 mil no final do ano passado, antes de ter anunciado a contratação de mais 100 mil trabalhadores após o início da pandemia.

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