Apple suspende limite de compras do iPhone em seu site

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Publicado segunda-feira, 23 de março de 2020 as 11:19, por: CdB

A Apple cancelou a medida que limitava a venda de iPhones em seu site a dois por pessoa, mostrou uma checagem de suas lojas nesta segunda-feira.

Por Redação, com Reuters – de Xangai/Washington

A Apple cancelou a medida que limitava a venda de iPhones em seu site a dois por pessoa, mostrou uma checagem de suas lojas nesta segunda-feira, poucos dias depois de implementar a restrição em meio à pandemia do novo coronavírus.

A Apple cancelou a medida que limitava a venda de iPhones em seu site a dois por pessoa
A Apple cancelou a medida que limitava a venda de iPhones em seu site a dois por pessoa

Os menus em lojas online para territórios que variam dos Estados Unidos a Hong Kong e China continental agora permitem que os clientes comprem mais de 10 dispositivos. Os limites de compras foram mantidos para alguns modelos de iPad e Macbook.

A Apple se recusou a comentar.

Neste mês, a Apple anunciou que iria fechar todas as lojas físicas fora da China, Taiwan, Hong Kong e Macau, vendendo apenas em seu site.

YouTube

O Youtube, da Alphabet, anunciou na última sexta-feira que reduzirá sua qualidade do streaming de vídeos na União Europeia para evitar problemas na Internet, já que milhares de europeus, em razão da pandemia de coronavírus, passaram a trabalhar em casa.

O YouTube é a segunda empresa, depois da Netflix, a agir depois que o chefe da indústria da UE, Thierry Breton, pediu às plataformas de streaming que reduzissem a qualidade de seus vídeos para evitar a sobrecarga da Internet. Os vídeos representam uma parte substancial dos dados de tráfego da Internet.

A mudança ocorreu depois que Breton conversou com o presidente-executivo da Alphabet, Sundar Pichai, e com a presidente-executiva do YouTube, Susan Wojcicki.

A empresa disse que até agora havia visto apenas alguns picos de uso, mas decidiu agir para minimizar o estresse no sistema.

Um porta-voz disse que a decisão inclui o Reino Unido e será inicialmente de 30 dias, sujeita a revisão.

Os provedores de telecomunicações da Europa, da Vodafone à Deutsche Telekom, relataram um aumento no tráfego de dados nos últimos dias.

Breton quer que a Internet seja capaz de lidar com serviços cruciais, como assistência médica e aulas online, por milhares de crianças em casa durante o surto de coronavírus.

A Netflix disse na última quinta-feira que reduziria as taxas de bits, que determinam a qualidade e o tamanho de seus arquivos de áudio e vídeo, em toda a Europa por 30 dias, reduzindo o tráfego nas redes europeias em cerca de 25%.

Google

O Google está explorando formas de usar informação de localização dos usuários para retardar o avanço do coronavírus, por exemplo, por meio da determinação da efetividade do distanciamento social.

O senador dos Estados Unidos Ed Markey, que defende há tempos o direito das pessoas à privacidade, pediu cautela nos esforços do governo de se aliar a grandes companhias de tecnologia para acompanhar o ritmo do coronavírus.

Em carta para Michael Kratsios, o secretário de Tecnologia da Casa Branca, Markey citou reportagem do Washington Post que afirma que o governo Trump teve discussões com Amazon.com, Apple, Facebook, Google, IBM e outras companhias de tecnologia para discutir a possibilidade de usar dados de localização dos smartphones como ferramenta de pesquisa sobre a disseminação da epidemia nos EUA.

– Precisamos de garantias de que a coleta e processamento destes tipos de informação, mesmo que de forma anônima, não representem riscos à segurança e privacidade dos indivíduos – disse Markey.

O Facebook afirmou que não há acordo para compartilhar dados de localização de usuários com o governo norte-americano.

A Apple comentou que não monitora a localização dos usuários. A empresa citou que particiou de reuniões da força-tarefa sobre coronavírus na Casa Branca, mas que é focada em telemedicina e ensino a distância.

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