Um ministro terrivelmente bolsonarista

Por Rui Martins – A função de um ministro do STF implica em decisões envolvendo questões definidas pela religião ou pelos dogmas da fé. É possível se imaginar que ele possa decidir deixando de lado suas convicções evangélicas que envolvam, por exemplo, aborto, homossexualidade e interesse das igrejas?

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Cuba, a esquerda e o pragmatismo político (2)

Por Dalton Rosado – A busca da verdade social, ainda que nunca seja absoluta, tem ojeriza ao pragmatismo. Então, a justiça social construída consistentemente sob bases sólidas, sem oportunismo, ainda que demore a se estabelecer, quando o fizer, será de modo irreversível.

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O alto custo Bolsonaro para os evangélicos

Por Rui Martins – Quando acabar esse pesadelo no qual vivemos, o evangelismo e o protestantismo brasileiro deverão também assumir sua responsabilidade, como fizeram, depois da guerra, os luteranos e evangélicos alemães enfeitiçados por Hitler. Mas aí terão perdido muito de sua credibilidade.

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Cuba, a esquerda e o pragmatismo político (1)

Por Dalton Rosado –

Cuba é capitalista de Estado. Os trabalhadores que enrolam as folhas de tabaco e produzem a apreciado charuto de Havana, são explorados pela extração de mais-valia tanto quanto um trabalhador de uma fábrica de cigarros em qualquer país capitalista do mundo.

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Espíritas divulgam nota em defesa da democracia

Por Associação Brasileira de Pedagogia Espírita – Nós, espíritas progressistas, reunidos em diversos grupos, associações e coletivos pelo Brasil, reiteramos nossos valores de luta por uma sociedade na qual a justiça social e a liberdade plena sejam conquistas permanentes.

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Omar, as Forças Armadas e a Maria Bate-fofo

Por José Bessa – Parece que a hora não é das Forças Armadas, mas das Forças Amadas, não é da Escola Superior de Guerra, mas da Escola Superior da Paz criada pelos Estados Gerais da Cultura, sob a coordenação do cineasta Silvio Tendler, que defende a Doutrina da Segurança Emocional para exigir justiça social.

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Depois do mensalão teremos o Vacinão?

Por Rui Martins – Mesmo se for evitado o golpe, o fascismo bolsonarista já terá se expandido pela sociedade e não será afastado com uma derrota eleitoral. Haverá necessidade de um trabalho de hegemonia cultural, que não foi feito nos governos anteriores.

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