Bolsonaro está pronto para nova cirurgia no intestino, afirma equipe médica

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Publicado domingo, 27 de janeiro de 2019 as 17:40, por: CdB

A cirurgia, prevista para ocorrer logo no início da manhã de segunda-feira, vai retirar a bolsa que o presidente usa desde que passou por duas operações de emergência no ano passado devido a um suposto atentado a faca sofrido em setembro.

 

Por Redação – de Brasília e São Paulo

 

O presidente Jair Bolsonaro passou por exames e avaliação pré-operatória realizada por uma equipe multidisciplinar, neste domingo, após ter dado entrada no hospital Albert Einstein pela manhã. Os exames, segundo porta-voz da Presidência da República, tiveram resultados normais e o paciente está apto a ser submetido a cirurgia na segunda-feira para retirada de bolsa de colostomia, informou o hospital em boletim médico.

Jair Bolsonaro teria sido alvo de uma facada, durante a campanha eleitoral do ano passado

A cirurgia, prevista para ocorrer logo no início da manhã de segunda-feira, vai retirar a bolsa que o presidente usa desde que passou por duas operações de emergência no ano passado devido a um suposto atentado a faca sofrido em setembro, durante a campanha presidencial, em Juiz de Fora (MG).

Segundo informações divulgadas na sexta-feira pelo porta-voz da Presidência, general Otávio Santana do Rêgo Barros, a recomendação dos médicos é de repouso absoluto nas 48 horas após o procedimento cirúrgico. Em função disso, o vice-presidente Hamilton Mourão assumirá a Presidência neste período.

O porta-voz afirmou ainda que, no total, o presidente deve permanecer por 10 dias em São Paulo. Ele disse que, após as primeiras 48 horas, Bolsonaro passará a estabelecer contatos com auxiliares mais próximos.

Transferência

Bolsonaro, de 63 anos, foi alvo de uma suposta facada em Juiz de Fora (MG), durante ato de campanha em setembro, tendo que passar por cirurgias na Santa Casa de Misericórdia da cidade mineira e posteriormente, no hospital paulista onde se encontra internado.

Bolsonaro, por razões não explicitadas, havia se negado a passar o comando do país ao general Hamilton Mourão, mas mudou de ideia e decidiu passar a Presidência da República, após insistência dos generais Augusto Heleno e Alberto Santos Cruz, do GSI e da Secretaria de Governo, respectivamente.

Até sexta-feira, segundo apurou a reportagem do Correio do Brasil, o alto comando das Forças Armadas havia deixado claro aos ministros militares que decisão de Bolsonaro de não empossar Mourão, no período de 48 horas, após a cirurgia seria intolerável.

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