Bolsonaro volta atrás e agora pede que médicos cubanos sejam recontratados

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Publicado domingo, 16 de fevereiro de 2020 as 19:45, por: CdB

O Ministério da Saúde prepara um edital para este mês de fevereiro, para readmissão de 1,8 mil médicos cubanos que vieram ao Brasil por meio do programa Mais Médicos, criado no governo da presidenta deposta Dilma Rousseff (PT).

Por Redação, com RBA – de Brasília

Depois de dizer que “daria uma canetada para enviar 14 mil médicos cubanos de volta ao seu país para atender “petistas que seriam presos em Guantánamo“, famosa prisão dos Estados Unidos em Cuba, Jair Bolsonaro (sem partido) teve de voltar atrás e sequer exige mais a validação do diploma.

Os médicos cubanos atendiam a todos os brasileiros que necessitavam de cuidados, nos rincões do país
Os médicos cubanos atendiam a todos os brasileiros que necessitavam de cuidados, nos rincões do país

De acordo com o diário conservador espanhol El País, o Ministério da Saúde prepara um edital para este mês de fevereiro, para readmissão de 1,8 mil médicos cubanos que vieram ao Brasil por meio do programa Mais Médicos, criado no governo da presidenta deposta Dilma Rousseff (PT). O contrato prevê permanência de dois anos e não exige a revalidação do diploma.

Valentão

O governo espera preencher pelo menos as 757 vagas das localidades mais vulneráveis do país, de difícil fixação de médicos, deixando a população carente também de assistência à saúde.
Por meio de sua conta no Twitter, a presidenta do Partido dos Trabalhadores, deputada federal pelo Paraná Gleisi Hoffmann, comentou a mudança de posição do governo.

“Valentão contra médicos cubanos, @jairbolsonaro está manso. Vai chamar os cubanos mesmo sem revalidar o diploma, o que ele abominava. Isso é o que dá fazer discursinho ideológico. Escorraçou os cubanos do Brasil e ñ conseguiu médicos p/ substitui-los”, escreveu a petista.

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