Caminhoneiros marcam data para nova paralisação e assustam o governo Bolsonaro

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Publicado sábado, 7 de dezembro de 2019 as 15:43, por: CdB

Segundo afirmou o líder dos caminhoneiros autônomos, Marconi França, na noite passada, à 0h da segunda-feira, dia 16, ao menos 70% dos cerca de 4,5 milhões de profissionais autônomos e celetistas vão paralisar suas atividades, em todo o país.

 

Por Redação – de Brasília e Rio de Janeiro

 

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin), subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ocupado pelo general Augusto Heleno, passou a monitorar agora, de perto, a ameaça de uma nova greve nacional dos caminhoneiros. Os seguidos aumentos nos preços dos combustíveis acendem o pavio do movimento que paralisou o país, no ano passado.

Embora na reserva, o general Heleno segue em contato com a ultradireita
Chefe do GSI, o general Heleno passa a monitorar, de perto, o movimento dos caminhoneiros

Segundo afirmou o líder dos caminhoneiros autônomos, Marconi França, na noite passada, à 0h da segunda-feira, dia 16, ao menos 70% dos cerca de 4,5 milhões de profissionais autônomos e celetistas vão paralisar suas atividades, em todo o país.

França justifica o movimento com pesadas críticas ao o governo neofascista de Jair Bolsonaro (sem partido). O líder caminhoneiro afirma que nenhuma das promessas foi cumprida.

Agronegócio

— O governo não cumpriu nada do que prometeu. O preço do óleo diesel teve 11 altas consecutivas, em 2019. Não aguentamos mais ser enganados pelo senhor Jair Messias Bolsonaro, que protege o agronegócio e diz que o caminhoneiro só sabe destruir rodovias — disse França, a jornalistas.

A paralisação da categoria resulta em graves transtornos à população, e o líder do movimento pede desculpas, adiantadas, ao público.

— De todos que usam gasolina, óleo diesel e também gás de cozinha. Jair Bolsonaro esquece que quem transporta os produtos das indústrias e do agronegócio somos nós — concluiu.

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